quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A PROVISÃO DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS



Escola Bíblica Dominical – 9 de outubro de 2016 | Lição 2
Texto Áureo: 1 Jo 2.17

Verdade prática: A igreja de Jesus Cristo é o farol para um mundo em trevas e decaído.

Leitura bíblica em classe: Ex 16.1-15

EXPLICAÇÃO DO TEXTO: 

a. Moisés já havia saído do Egito com os israelitas; o povo tinha clamado a Deus por libertação. Deus os atendeu e levantou um libertador para conduzi-los até a terra prometida.

b. O Senhor conhecia a aflição do seu povo e sabia que do desejo dos hebreus de cultuá-Lo (Ex 2.25). O que, porém, eles não entenderam foi que o culto se iniciaria no deserto e não na terra prometida:

“Deixe ir o meu povo, para prestar-me culto no deserto.” – Ex 7.16

c. Os hebreus estavam impossibilitados de fazer isso no Egito; mas não no deserto. O mundo tenta de todas as formas interromper o nosso culto a Deus. Porém o Senhor vem com a sua providencia. Devemos cultuar o Senhor em qualquer lugar; mesmo no deserto; diferente do que fez os Israelitas (conforme a nossa leitura Bíblica em classe).

INTRODUÇÃO:

a. O mundo é caído; tudo e todos estão destituídos da Glória de Deus (justiça, santidade e retidão). Os relacionamentos foram afetados. Logo, então, não poderíamos viver emancipado das tristezas, privações e aflições. Como disse Timothy Keller, ninguém está isento das calamidades deste mundo:

“A perda de pessoas amadas, as doenças debilitantes e fatais, a traição pessoal, as reviravoltas financeiras e os fracassos morais – todas essas coisas um dia o atingirão se você tiver uma longevidade normal. Ninguém está imune.”1

Ainda Keller:

“Assim, não importam nossas precauções, quanto nos esforçamos para ter uma vida boa nem quanto nos empenhamos para ser saudáveis, para ficar ricos, para viver bem com familiares e amigos, para ser bem-sucedidos na profissão – inevitavelmente, algo arruinará isso. Não há dinheiro, poder nem planejamento capazes de impedir que o luto, uma doença terrível, uma traição, um desastre financeiro ou uma infinidade de outros problemas entrem em sua vida. A vida humana é inevitavelmente frágil e sujeita a forças que estão além do nosso poder de controlá-las. A vida é trágica.”1

b. A Bíblia, no entanto, afirma em diversas partes para não temermos, pois Deus estaria conosco em todas as circunstâncias. Como disse o poeta Inglês (1732 – 1800), William Cowper:  

“Não julgue o Senhor com débil entendimento, Mas confie nele para sua graça. Por trás de uma providencia carrancuda, Ele oculta uma face sorridente.”

REFLEXÃO E OBJETIVO DA AULA: 1) Reconhecer a provisão divina em um mundo em crise; 2) Compreender que o mundo atual está caótico; 3) Explicar as características do mundo atual.

I. PROVISÃO DIVINA EM UM MUNDO CAÓTICO

1. A provisão de Deus no deserto.

a. Deus supriu as necessidades do seu povo no deserto; mas ele não se inclinou aos caprichos dos Israelitas.

b. Um coração murmurador é ávido por caprichos; quando as coisas não saem conforme planejado ele murmura contra Deus. O cristão é alguém que “aprendeu a viver contente e satisfeito em toda e qualquer situação” (Fp 4.12), pois sabe que Deus “suprirá suas necessidades” (Fp 4.19).

c. Qual tem sido sua atitude diante das crises? Deus já falhou com você para que você esteja tão ansioso?

d. Um meio equivocado de controlar o estresse da vida é preocupar-se com ele ao invés de olharmos para o Senhor.

2. A provisão de Deus para Elias em Queribe (1 Rs 17.1-6)

a. Deus mandou Elias profetizar contra o rei Acabe, dizendo que não choveria por um bom período de tempo. Isso traria problemas financeiros e econômicos ao rei, pois com a falta de água haveria escassez de alimento.

b. Lucas 4.25 diz que a seca durou três anos e seis meses. Com frequência, a falta de chuva era uma punição para o povo (Dt 11.13-17; veja 2 Cr 7. 12-15). Acabe e Jezabel, sua perversa esposa, induziram o povo à adoração de Baal, uma religião tão depravada que não ousamos descrevê-la (2 Rs 16. 32-33).

c. O Senhor que conhecia a maldade do rei, mandou Elias se esconder por algum tempo  junto ao ribeiro de Querite. Elias obedeceu às duas ordens do Senhor: “Vai [...] e esconde-te”, e: “Vai, apresenta-te”. O profeta por isso experimentou a provisão completa de Deus. 

d. Elias transmitiu a mensagem e ficou ausente do ministério público durante este período de três anos. Conforme o relato bíblico, Deus graciosamente cuidou dele neste anonimato. 

e. O Senhor permitiu que Elias bebesse da torrente e providenciou corvos para levar até ele pão e carne.

f. Contudo, um dia a torrente secou. Isso queria dizer que Elias pecara ou afastara-se da vontade de Deus? Não! Isso apenas queria dizer que o Senhor tinha outro lugar para ele, além de ser um lembrete para que Elias confiasse no Senhor, não na torrente. 

3. A provisão de Deus para Elias em Sarepta (1 Rs 17. 8-16)

a. Elias estava fugido de Acabe e por isso estava escondido. Após o riacho de Querite ter secado, Deus manda que Elias vá até a cidade de Sarepta (pequena aldeia situada junto ao mar Mediterrâneo entre Tiro e Sidom).

b. Lá ele foi recebido e se deparou com a situação de uma viúva preparando sua última refeição para ela própria e seu filho. Em geral, as viúvas dependiam dos seus filhos e parentes para sua sobrevivência. Mas Elias encontrou um cenário triste:

“E ele foi. Quando chegou à porta da cidade, encontrou uma viúva que estava colhendo gravetos. Ele a chamou e perguntou: ‘Pode me trazer um pouco d’água numa jarra para eu beber?’ Enquanto ela ia indo buscar água, ele gritou: ‘Por favor, traga também um pedaço de pão’. ‘Juro pelo nome do Senhor, o teu Deus’, ela respondeu, ‘não tenho nenhum pedaço de pão; só um punhado de farinha num jarro e um pouco de azeite numa botija. Estou colhendo uns dois gravetos para levar para casa e preparar uma refeição para mim e para o meu filho, para que a comamos e depois morramos’.” – 1 Reis 17:10-12 (NVI)

c. A mulher creu na palavra do profeta, pois Deus já havia inclinado o seu coração a fazer isso (1 Rs 17.9).

d. O servo de Deus sempre terá algo a oferecer; ainda que pouco, o mundo poderá ser beneficiado desta pequena porção, pois o Senhor multiplica aquilo que é oferecido em ações de graças (Jesus quando estava com os cinco pães e os dois peixinhos, Ele não orou pedindo, mas agradecendo).

e. A multidão estava faminta, mas os discípulos ainda tinha essa pequena porção (cinco pães e dois peixes) que foram entregues a Jesus pela fé. 

f. C. S. Lewis diz que “o que mais tememos é o estado em que temos de depender unicamente de Deus. Sem dúvida, isso só vem comprovar quanto temos dependido – quase exclusivamente – das coisas”.2

g. Mesmo sob o juízo de Deus, a Bíblia diz que a farinha e o azeite da mulher não se acabaram até o dia em que as chuvas voltaram a cair.

SÍNTESE DO TÓPICO I 
                                                                                       
Podemos experimentar a provisão divina mesmo vivendo em um mundo caótico.

II. UM MUNDO CAÓTICO

1. O mundo jaz do maligno.

a. Não há como negar que há uma força maligna conspirando contra os seres humanos para induzi-los à fazer o mal: “Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno” (1 Jo 5.19).

b. É bem verdade que o homem tem a sua responsabilidade, porém, a Escritura afirma que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais (Ef 6.12).

c. Portanto, devemos apreender a lutar conforme ensina a Bíblia:

“Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” – 2 Co 10.3,4 (NVI)

2. O mundo globalizado.

a. Existe vários conceitos para definir “globalizado”. Segundo o dicionário Houaiss é o “ato ou efeito de globalizar-se. Espécie de mercado financeiro mundial criado a partir da união dos mercados de diferentes países e da quebra das fronteiras entre esses mercados”. 

b. Essa ideia surgiu com a consolidação do sistema capitalista na pós-modernidade no final do século XIX. 

c. Gilles Lipovetsky (2004) chama esse período de hipermodernidade, sugerindo que haja uma intensificação e exacerbação de aspectos da modernidade, mas não sua substituição. Essa hipermodernidade contempla a permanência e a valorização do avanço técnico e científico, o individualismo e a valorização da razão.3

d. Essa é a “modernidade líquida” como afirmou o filósofo Zygmund Bauman, visto que a ideia da liquidez ou não permanência das instituições, relacionamentos, conceitos etc. Trata-se do aspecto fluídico de tudo, portanto, a modernidade deixa de ser fixa e permanente. A não permanência, não durabilidade e não perenidade são suas características preponderantes.

e. Dentre as muitas propostas do pós-modernismo, a “globalização” (do individual pelo global) se encontra entre elas:

   Þ    Ética pela estética.
   Þ    Do perene pelo descartável.
   Þ    Do objetivo pelo virtual.
   Þ    Do único pelo pluralístico.
   Þ    Do duradouro pelo obsolescência.
   Þ    Do absoluto pelo relativo.
   Þ    Do dogmático pelo vivencial.
   Þ    Do completo pelo fragmentado
   Þ    Da Moralidade pelo pragmático.

3. Tempo de mudanças.

a. O mundo passou por diversas etapas. Tivemos a fase:

   Þ   Pré-histórica situado anteriormente ao ano 4000 a.C (tempo em que as informações ou a comunicação não se faziam de forma escrita, sendo conhecido como ágrafo).
     Þ    Idade Antiga de 4000 a.C até 476 D.C (surgimento da grafia)
   Þ   Idade média de 477 d.C até o final do século XV (o inicio do movimento renascentista ou renascimento)
   Þ   Alta idade média período até o século X (onde há predominância da religião de caráter cristão em todos os seguimos na Europa).
   Þ Baixa idade média entre o século XI e meados do XV (o surgimento de fato do renascimento; esse período estabelece o término da idade média).
   Þ  Idade moderna ou modernidade que se estendeu do século XVI até o XX (sendo que a parte final deste último já se liga à fase da chamada pós-modernidade).
    Þ     E por fim a pós-modernidade (com o humanismo, relativismo e secularismo). 

b. Com essa Era, veio o avanço do conhecimento científico, o advento da industrialização, a predominância da luta ideológica e, especialmente, a expansão da fé cristã, como também a proliferação das seitas e das religiões orientais

c. Esse movimento teve como alvo a emancipação da religião na tentativa de secularizar a sociedade. 

d. Esses são os “tempos trabalhosos” dito por Paulo (2 Tm 3.1).

e. Havia uma confiança incansável na bondade inata do espírito humano. Esperava-se que as conquistas da humanidade fizessem entrar em um mundo utópico. Porém, a bolha do otimismo explodiu no século 20 com a primeira guerra mundial.

f. O grande drama dos filósofos era entender se a prometida evolução da civilização humana não foi de fato uma involução.

SÍNTESE DO TÓPICO II

O mundo está caótico, estamos vivendo tempos difíceis.

III. CARACTERÍSTICAS DO MUNDO ATUAL

1. Uma sociedade centrada no homem.

a. O mundo hoje é antropocêntrico (o homem no centro). 

b. O escolasticismo é substituído pelo império da razão, ou seja, o dogmatismo teológico pelo racionalismo; o ser humano, e não mais Deus, é o centro do universo.

c. Sua sedimentação ocorrerá com a revolução industrial, as descobertas de novos continentes, os avanços científicos, gerando o que ficou conhecido como HUMANISMO.

d. É deste pensamento que vem a expressão muito usada na filosofia: “o homem é a medida de todas as coisas”

e. Mas vimos que o “homem virtuoso” tão adorado pelo humanismo continuou sendo o pecador que carece da glória de Deus (Rm 3.23).

f. Os humanistas são “amantes de si mesmos”, “presunçosos”, “orgulhosos”, “mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus”. Eles têm aparência de piedade, mas negam o poder do Senhor pelo o fato de colocar o homem no centro da história e do controle. (2 Tm 3. 2, 4, 5)

g. O humanismo não é compatível com a fé cristã porque tenta tomar o lugar que pertence somente ao Senhor Jesus, como está escrito: “Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele” (Cl 1.17).

2. Uma sociedade relativista.

a. A proposta do relativismo é a da sustentação da inexistência de qualquer referencial de caráter universal e absoluto no universo do conhecimento. As certezas absolutas e finais, à moda moderna e antiga, são abolidas, sendo instaladas em seus lugares a certeza relativa e a verdade particular ou individual.4

b. Neste sistema, ninguém está errado, pelo fato de que ninguém está, podemos dizer, certo. Nosso comportamento, mesmo em conflito e antagônico, nada mais é que atitudes que poderão ser analisadas não pelo crivo do correto ou não, mas do ponto de vista de cada sociedade de acordo com a sua cultura.

c. Mas Cristo é a verdade; o homem criou meios porque não suporta a verdade, como bem disse C. H. Spurgeon: “A Bíblia contém o que os homens odeiam: a verdade.”

d. O nosso desafio, portanto, consiste em assumir essa convicção (de que Cristo é a Verdade) e jamais se afastar dessa verdade perene, única e universal seja em que época ou contexto for. 

3. Uma sociedade secularizada.

a. O secularismo nada mais é que a vida e o pensamento conduzidos sem crença ou compromisso com Deus ou religião. Enquanto que a secularização é o processo de sair de uma orientação religiosa para uma vida mais centrada no mundo e nas coisas naturais.

b. O conceito central do secularismo tem a ver com a História e pressupõe que tudo quanto ocorre está confinado ao aqui e agora. O tempo existe, mas não existe eternidade.

c. O dicionário de Apologética e Filosofia da Religião, diz o seguinte acerca do secularismo:

“Sistema de crença, atitude ou estilo de vida que nega ou ignora a existência de Deus. Termo derivado de um vocábulo que significa “mundano”, o secularismo (e sua expressão filosoficamente articulada, o humanismo secular) destaca a ordem natural das coisas como realidade final. Incrivelmente, porém, o secularismo pode ser encarado como a atitude que afeta até mesmo quem afirma crer em Deus e no sobrenatural. Grande parte da cultura moderna pressiona as pessoas a viver de forma a marginalizar Deus e torná-lo insignificante”.5

d. Para a cosmovisão secular, toda felicidade e sentido devem ser encontrados nesta vida e neste mundo. Assim para que haja alguma esperança na vida, as pessoas secularizadas precisam acreditar que podemos eliminar quase tudo que traz infelicidade à maioria das pessoas.6

e. No secularismo não há acesso para o eterno, a nada que transcenda o tempo conforme o vivenciamos dia a dia, momento a momento. Somos pessoas que “só estão por aqui uma única vez”, por isso buscamos avidamente o prazer agora, pois o agora é tudo o que existe ou existirá. No secularismo não cabe a providência de Deus, visto que nessa linha de pensamento não há lugar para o eterno. 

f. R. C. Sproul refuta esse pensamento, dizendo:

“O conceito hebreu de História é linear. Não é cíclico. Um círculo não tem ponto de partida nem de chegada. A visão linear de História tem um começo. Essa é a primeira lição da Escritura Sagrada acerca da História. As palavras da Bíblia se contrapõem às perspectivas seculares acerca da vida e do mundo, e muito mais a quarta palavra de “No principio, criou Deus...”. Nem precisamos nos referir à terceira palavra, criou, para chegarmos ao ponto de conflito entre o cristianismo e o secularismo”.7

SÍNTESE DO TÓPICO III

O antropocentrismo, o relativismo e a secularização são características do mundo atual.

CONCLUSÃO

1. Deus vai nos suprir neste mundo caótico; nós temos Pai (Mt 6.32).

2. Como cristãos, nossa prioridade é honrar a Deus e ser fieis ainda que tenhamos que passar por privações. C. S. Lewis disse: “Faça o que é certo, e depois de ter feito, deixe o resto nas mãos de Deus”.

3. Muitos cristãos, por terem se deixado levar por essa cultura secularizada, como disse Thomas Watson, “oram mais por bolsos cheios do que por corações puros”.

4. Muitos sãos os perigos que nos rodeiam; não há mais espaço para superficialidade; a batalha hoje é pela sua mente. Se você não ensinar o cristianismo para os seus filhos, a escola ensinará a ele o marxismo e toda espécie de ensino anti-cristão.

5. Mesmo com todos esses movimentos que tentaram inibir o avanço do Evangelho, o cristianismo se expandiu; podemos, portanto, confiar na Palavra de Deus para dar “razão acerca da nossa esperança” (1 Pe 3.15).


Soli Deo Gloria!
Fabio Campos

Aula ministrada na ICT – J - dia 09/10/2016

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Notas e citações:

1 KELLER, Timothy. Caminhando com Deus em meio à dor e ao sofrimento; p. 13
2 LEWIS, C. S. Cartas a uma senhora americana; p. 62
3 DELAGE, Paulo A. O cristão e os desafios da pós-modernidade; p. 24-25
4 IBid, p. 27
5 EVANS, Stephen C. A. Dicionário de Apologética e Filosofia da Religião; p. 125
6 KELLER, Timothy. Caminhando com Deus em meio à dor e ao sofrimento; p. 91
7 SPROUL, R.C. A mão invisível; p. 106


Referências bibliográficas:

Escola Bíblica dominical. O Deus de toda Provisão. 4º trimestre de 2016; CPAD; lição 2.
WARREN W. Wiersbe. Comentário Bíblico AT. Santo André, SP; Central Gospel, 2009.
CARSON, D.A. Comentário Bíblico Vida Nova. Vida Nova, 2012. São Paulo, SP
DELAGE, Paulo A. O cristão e os desafios da pós-modernidade. Editora Nossa Missão, 2014. São Paulo – Longarina.
SPROUL, R.C. A mão invisível. Editora Cultura Cristã, 2014. São Paulo
ERICKSON Millard J. Dicionário Popular de Teologia. Editora Mundo Cristão, 2011. São Paulo