terça-feira, 29 de outubro de 2013

REFORMA PARA ALGUNS ‘REFORMADOS’ – UMA REFLEXÃO DESSES 496 ANOS


Por Fabio Campos

O conhecido historiador Philip Schaff disse que depois do início do cristianismo, a Reforma Protestante foi “o maior evento da história”. Grandes coisas o Senhor fez através destes homens de ousadia invejável. No dia 31 de outubro de 2013 comemoramos 496 anos deste evento que foi semeado por diversos heróis, mas consumado de fato no século XVI com Martinho Lutero.

Tenho grande apreço por irmãos que têm lutado na preservação dos ensinos Reformados e pelo zelo no legado deixado por estes grandes homens de Deus. E isso também tenho feito [ou tentado] por meio dos meus ensinos e reflexões. Entretanto, aprendemos com os reformadores que as Escrituras têm autoridade sobre as opiniões dos Pais da Igreja e que todos eles precisam entrar no crivo escriturístico. O D. M. Lloyd-Jones diz que “há um modo certo e um modo errado de ver um grande evento como a Reforma e os grandes homens que participam dela”:


“Do primeiro, do modo certo, fala-nos a Epístola aos Hebreus, capítulo 13, versículos 7 e 8: ‘Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver (ou ‘para o fim’ ou ‘para o resultado’ da sua vida). Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente”. “Esse é o modo certo de fazê-lo; observemos estes homens para que possamos aprender deles e imitar e seguir o seu exemplo”. [1]

Continuando, o Dr. Martyn diz:


“Existe, porém, um modo errado de fazer isso, e nós o vemos em Mateus, capítulo 23, versículos 29-32. Estas são terríveis e aterradoras palavras: ‘ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos. E dizeis: se existíssemos no tempo de nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para derramar o sangue dos profetas. Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei vós, pois a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno”? [1]

Na ponderação a respeito dos dois modos, no errado, Lloyd-Jones diz:


“Ora, essas palavras são do Senhor Jesus Cristo, e Ele estava Se dirigindo à Sua própria geração, aos Seus contemporâneos. Disse Ele, efetivamente: vocês estão pagando grande tributo à memória dos profetas; vocês cuidam dos seus sepulcros e os enfeitam, dizendo que grandes homens eles eram – quão nobres, quão maravilhosos, têm que manter viva a memória deles – e vocês dizem que terrível coisa foi que os antepassados tenham levado aqueles homens à morte. Se vocês tivessem vivido naquele tempo, vocês garantem que não se ajuntariam a eles naqueles feitos iníquos; vocês teriam dado ouvidos aos profetas, tê-los-iam seguido. Hipócritas, diz o nosso Senhor, vocês não teriam feito nada disso”. [2]

Infelizmente alguns irmãos reformados levantaram ídolos para si. Não conseguem interpretar um só versículo sem um “pré-conceito” baseado na interpretação do seu reformador preferido. Lutero dizia que “o perigo é que um homem gaste tanto tempo lendo os pais da igreja que nunca chegue a ler as Escrituras”. Sabendo da autoridade da Bíblia Sagrada, Lutero disse:


“Temos de aprender a tirar de vista igreja, padres, templo, sacerdócio, Jerusalém, povo de Deus e tudo mais, ouvindo apenas o que Deus diz em sua Palavra”. [3]

É imprescindível ao pregador consultar opiniões dos Pais da Igreja e dos reformadores acerca de passagens bíblicas. Mas é notório que alguns pontos mais difíceis de interpretação a opinião não é unanime, e isso nos levará para o campo da liberdade dentro das “doutrinas secundárias”. Entretanto, muitos reformados conhecem mais de Calvino do que de Paulo. Conhece as Escrituras apenas pela ótica das “Institutas”, e levam isso para o debate no campo das ideias, tomando-as como verdades absolutas fomentando debates acirrados e nocivos para a comunhão do corpo de Cristo, rejeitando muita das vezes aquele [irmão] que Deus o acolheu (Rm 14.1).

Lutero diz “aquele que conhece bem o texto da Escritura é teólogo distinto”. Muitos criticam os neopentecostais acerca do analfabetismo bíblico, porém, não conseguem emitir um só parecer ou preparar um único sermão sem a mente de outrem. Martinho Lutero testemunhou a negligencia da leitura bíblica e lamentou:


“Alguns pastores e pregadores são preguiçosos e não servem para nada. Dependem de livros para conseguir produzir um sermão. Não oram, não estudam, não leem, não examinam as Escrituras. Não são nada senão papagaios e gralhas que apreenderam a repetir sem entendimento”. [4]

O analfabetismo com a soberba incita contendas sem fim. Querer entender coisas que Deus ocultou do entendimento humano é uma espécie de loucura, como bem disse João Calvino. Tornar o essencial em fundamental é um “zelo sem entendimento”, e de quebra peca por rotular a muitos irmãos amados de hereges (Rm 14). Lutero diz que “a Escritura é intencionada para todas as pessoas. É suficientemente clara quanto às verdades fundamentais necessárias para a salvação”. Adiante ele diz: “Senão puderdes entender o que é obscuro, permanecei então com o que está claro”. Para que então, tornar-se um intolerante querendo ser mestre, mas que tropeça em muitas palavras? Entenda - muitos leigos na teologia são doutores na Bíblia - e muitos doutores na teologia são leigos na Bíblia:


“A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimento aos símplices”. – Salmos 119.130 AFC


O obreiro aprovado é aquele que maneja bem a Palavra e não usa dela para atacar os irmãos defendo seus “achismos”. Lutero disse: “Um simples leigo armado pela Escritura deve ser acreditado acima de um Papa ou concílio. Para preservar as Escrituras poderemos rejeitar o Papa e o concílio”. Muitos veem Martinho Lutero apenas como um grande reformador, apologista da “Escravidão das paixões” em refuta contra o livre-arbítrio ensinado por Erasmo. Contudo, nas Palavras do D.M.Lloyd-Jones, Lutero era acima de tudo um “grande pregador”.  

Que grande legado e ensinamentos os reformadores deixaram para nós: Sola Scriptura. Somente a Escritura. Para Lloyd-Jones “o fato grandioso que se ateia quanto aos reformadores é que eles eram homens que retornavam à Bíblia”. Os reformadores ousaram a discordar das interpretações de grandes teólogos da época para deixar Deus falar pela Sua Palavra. Eles se apoiavam na autoridade da Bíblia, não na filosofia escolástica. Imitaram a Cristo e por isso são dignos de ser imitados. A reforma protestante não teria sido possível sem o sermão e conforme observa Lloyd-Jones, em “todo grande movimento de Deus, a pregação é central, e a Reforma Protestante não é exceção a essa regra”. Acerca disso Broadus escreve:


“Ao invés de longas e às vezes fabulosas histórias sobre santos e mártires com relatos de milagres, em vez de trechos de Aristóteles e Sêneca e sutilezas finalmente tecidas do Estudioso, esses homens pregavam a Bíblia. A questão não era o que o Papa dizia; nem mesmo os Pais da Igreja, por mais estimados que fossem, eram a autoridade decisiva. Era a Bíblia”. [5]

As convicções de Martinho Lutero não vinham de pressuposições e ensinos dos Pais da Igreja, mas unicamente da Sã Doutrina. Steven Lawson diz:


“Lutero não vacilava em sua ousadia quando subia ao púlpito. A razão de sua coragem estava no fato de ser totalmente bíblico. Seu valor heroico vinha de suas profundas convicções, provenientes da Sã Doutrina”. [6]

Para Lutero “a igreja não é uma casa de pena, mas uma casa de boca, onde a Palavra viva é proclamada”. Ele tinha um profundo amor pelas Escrituras e não a substituía por nenhuma outra leitura. Não havia prioridade maior nos seus estudos do que a meditação na Palavra de Deus. O que dizer de Jonh Bunyan que por muito tempo relutou em ler outras literaturas para não atrapalhar sua interpretação pessoal nas Escrituras. Leu apenas um comentário de gálatas escrito por Lutero. Sua teologia é fruto do labor dispensado na meditação na Bíblia - e a literatura cristã mais lida no mundo depois da Bíblia, o Peregrino, é fruto deste emprenho. Assim como a Bíblia é simples quando o Seu autor nos acompanha na leitura, assim também é a ilustração que Bunyan faz a respeito da caminhada do cristão. Deus é aquele que se revela a todas as classes sociais - seja pobre ou rico - simples ou erudito - quando o Espírito Santo diz algo, todos entendem na sua própria língua e capacidade de arrazoar:


“A Palavra tem de ser pregada, diz Lutero, porque o próprio Deus fala e é ouvido por meio dela”. [7]

Lutero sabia e sentia na pele o árduo trabalho mental e espiritual o qual é preparar um sermão. Muitos se acham capacitados ao extremo, e com cinco frases prontas sobem ao púlpito para expor suas opiniões ao invés da Palavra simples e Santa de Deus. Com toda bagagem teológica Lutero entendia claramente que, antes de entrar em seu escritório para o estudo da Palavra, tinha de prostrar-se diante do Deus da Palavra, e dizia: “Sermão sem unção endurece o coração”. Talvez o maior expositor das Escrituras do século XX, D. M. Lloyd-Jones, assim diz:


“Lembremos que há pregação e pregação. Simplesmente falar durante vinte minutos não é necessariamente pregar. Embora você tenha tomado um texto e o tenha dividido inteligentemente, isso não é necessariamente pregação. Sim, há pregação e pregação! Qual será o teste de pregação? Eu lhes direi: é o poder! O nosso Evangelho não foi a vós, diz o apóstolo aos Tessalonicenses, na primeira Epístola, capítulo1, versículo 5, ‘somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza’? Quem tinha a certeza? O pregador!” [8]


A Palavra foi ocultada dos cultos e sábios deste mundo, mas revelado aos pequeninos que receberam o Reino como crianças o recebem. Mesmo com toda ousadia, intrepidez e, por muita das vezes hostil, Martinho Lutero foi mui humilde, e sabia que a mensagem que logo entregaria ao povo não provinha dele, mas de Deus, que se revelara aos seus. O príncipe dos pregadores C. H. Spurgeon traz uma particularidade muito interessante acerca de Lutero:


“Creio que o próprio Lutero teria enfrentado sem temor o fogo do inferno, no entanto, temos a confissão dele de que muitas vezes seus joelhos batiam um contra o outro ao levantar para pregar. Ele temia temeroso que não fosse fiel à Palavra de Deus”. [9]

O amor de Deus foi derramado pelo Espírito Santo no coração deste monge agostiniano. Bem ele sabia que não poderia amar a Deus que não se vê e aborrecer o irmão que se vê. Lutero era um amante de almas, preocupado com a situação eterna dos homens, visto o seu zelo na preparação do sermão e na exposição do mesmo:


“Um bom pregador tem de ser completamente leão ao fato de que nada há mais precioso para ele do que Cristo e a vida do porvir”. [10]

Sua tese central foi à justificação pela fé - a confiança absoluta na obra vicária de Cristo e no seu poder libertador quando o Filho é revelado pelo Pai ao espírito do homem:

“A lei coloca os pecados sobre mim, mas Deus os retira de mim e os lança sobre este cordeiro [Aquele que tira o pecado do mundo]”. [11]

Eloquente e brilhante, o camponês Martinho Lutero escolheu ser simples. Usou o dialeto intermediário alemão para expor a Palavra, para escrever e debater com os seus oponentes. Subia ao púlpito não para agradar aos “grandes teólogos”, mas para agradar O Senhor que o arregimentou. E isso sabia que Deus não tinha chamado em grande maioria os sábios, os poderosos segundo a carne, nem tão pouco os de nobre de nascimento. Antes estava cercado pelos “fracos”, “humildes”, “desprezados” e daqueles que “não são”. Por isso no temor que sempre o acompanhou era muito cuidadoso com os seus sermões e zeloso para que todos chegassem ao pleno conhecimento da verdade de forma clara:


“Noutras palavras, Lutero pregava a verdade do texto bíblico sem concessões, mas o fazia em termos mais simples possíveis, para que seus ouvintes pudessem vivê-lo de modo que honrassem a Deus”, diz Lawson. [12]

Lutero sentia especialmente pelos jovens, principalmente por aqueles que eram novos na fé ao ponto de dizer que “no púlpito, temos de desnudar os seios e nutrir o povo com leite. Pensamentos e questões complicadas discutiremos em particular, com os intelectuais”. Para ele um pregador verdadeiramente piedoso e fiel olhará para as crianças e os servos, e para as massas pobres e simples, que carecem de instrução. Por isso dizia:


“Quando estou pregando... não estou vendo doutores e mestres. Meu olho está na multidão de jovens, crianças e servos, dos quais há mais de dois mil. Prego para eles. Dirijo meu discurso àqueles que têm maior necessidade dele”. [13]

Imagine Martinho Lutero nas redes sociais – se deparando com muitos que se dizem “cristão-reformado”, mas que de fato são sectários amantes apenas de contentas:


"Malditos todos esses pregadores que na igreja visam coisas altaneiras e duras, negligenciando a saúde salvadora do povo pobre e inculto, buscando a sua própria honra e louvor, bem como agradar a uma ou duas pessoas ambiciosas". [14]

Mesmo sendo um debatedor nato, indomável, teimoso para com suas convicções, Lutero era dirigido no temor de Deus e sabia a hora certa de tratar assuntos controversos:


"Aquele que ensina mais simplesmente, infantilmente, popularmente... esse é o melhor pregador. Gosto que seja fácil e ligado a terra. Porém, se queres debate, vem à minha sala de aula. Ali eu te entregarei debate afiado, e obterás tua resposta por mais complicada que seja a tua pergunta". [15]

Ele não tinha a pretensão de ser conhecido como um grande teólogo, mas como arauto de Cristo, ensinando muitos eunucos pela simples exposição das Escrituras. Dizia “que em toda simplicidade, buscai apenas a glória de Deus e não o aplauso dos homens”. Tinha para si que Cristo usou de linguagem clara, desprovida de termos técnicos, justamente para que tanto o judeu como o grego entendesse os mistérios do Evangelho:


“O povo comum é mais prontamente cativado por comparações e exemplos do que por disputas difíceis ou sutis. Preferem ver um quadro bem desenhado a ler um livro bem escrito”. [16]

Fico a pensar - nossos escritos rebuscado, cheios do arcaico. As nomenclaturas teológicas que mais parecem outra religião; como é difícil compreender a linguagem de alguns teólogos dos nossos dias.  Martinho Lutero entendia que “era seu dever instruir os seus ouvintes em todo o conselho de Deus”. O Senhor Criador dos céus e da terra é manso e humilde de coração e não escolheu Atenas para nascer, mas Nazaré, a pobre cidade da Galiléia. Martinho Lutero não pregava somente a verdade, mas morria por ela caso precisasse, e por ela se despojava de si, considerando as demais coisas como esterco pela suprema excelência do conhecimento de Cristo Jesus.

Não se engane - conhecer a história da teologia cristã, os partidos e as discussões das controvérsias - argumentar com versículos isolados respaldando suas interpretações -, não é conhecer as Escrituras. Por tudo isso há um abandono na meditação da Bíblia. Esquecem-se do seu real motivo e pregam tudo, menos o que de fato convém: edificar, exortar e consolar (1 Co 14.3). O D. Lloyd-Jones é muito lúcido quando diz que “a função do pregador não é erguer sua voz, teorias ou ideias, mas expor e trazer à tona a mensagem da Bíblia".

Infelizmente o que vemos em uma boa parte de alguns que se dizem reformados é uma teologia centrada em si - travestida de “glória de Deus” - mas que tem por motivação ganhar o apreço dos demais. Talvez o simples nos nossos dias não angarie tanto prestígio, e falar do amor de Cristo que constrange o pecador soe aos ouvidos como “o evangelho do leite ninho”.  A exposição do Cristo foi substituída pelas convicções teológicas. A Reforma nada mais é que a volta as Escrituras. Assim diz o D. Lloyd Jones:


“Agora, a resposta a isso, como vejo a questão, pode ser expressa mais ou menos assim: não estou seguro de nada, exceto de que a maior lição que a Reforma Protestante tem para nos ensinar-nos é justamente esta, que o segredo do sucesso na esfera da igreja e das coisas do Espírito é olhar para trás. O que aconteceu, na essência, há quatrocentos anos foi que aqueles homens foram para trás, até o primeiro século, retornaram a ela. Não há nada mais interessante, quando se leem as histórias de Lutero e Calvino, do que notar a maneira pela qual eles foram descobrindo que estiveram redescobrindo o que Agostinho Já tinha descoberto e que eles tinham esquecidos. De fato opino que, talvez, a maior de todas as lições da Reforma Protestante seja que o meio de recuperação é sempre ir atrás, de volta ao modelo primitivo, à origem, às normas e ao padrão que só se encontram no Novo Testamente”. [17]

Precisamos de uma Reforma também no meio dos reformados. Precisamos de homens como Knox que escrevia os sermões não de olho na publicação do próximo livro - mas pregavam aos ouvintes que estavam diante deles - e pregavam ansiosos e desejosos de fazer algo, de efetuar algo, de transformar pessoas.

Pelas palavras de R. C. Sproul faço a conclusão deste “extenso” artigo publicado em mais um blog dentre os milhares que já temos e que já arrazoa deste assunto:


“A reforma não acabou. Não pode acabar enquanto todos que se chamam cristãos não tiverem um só Senhor, uma só fé, um só batismo. A causa de Sola Scriptura, Sola fide, Sola gratia, Solus Christus e Soli Deo gloria continua sendo a verdade bíblica e pela verdade bíblica”. [18]

Assim seguimos, vivendo pela fé, “porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé”. – Romanos 1.17 AFC

Soli Deo Gloria!

Fabio Campos

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FONTES:

STEVEN J. Lawson; A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; Ed. Fiel; Série Um perfil de homens piedosos.

DOUGLAS Bond; A poderosa fraqueza de John Knox; Ed. Fiel; Série Um perfil de homens piedosos.

LLOYD-JONES, D.Martyn; A Rememorando a Reforma; Ed. PES (Publicações Evangélicas Selecionadas)

REFERÊNCIAS DAS CITAÇÕES EXTRAÍDAS:

[1] A Rememorando a Reforma; LLOYD-JONES, D.Martyn, Ed. PES P. 4.

[2] A Rememorando a Reforma; LLOYD-JONES, D.Martyn, Ed. PES P. 4-5.

[3] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 47.

[4] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 61.

[5] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 16.

[6] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 18.

[7] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 44.

[8] A Rememorando a Reforma; LLOYD-JONES, D.Martyn, Ed. PES P. 19.

[9] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 103.

[10] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 81.

[11] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 84.

[12] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 85.

[13] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 96.

[14] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 96-97.

[15] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 97.

[16] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 98.

[17] A Rememorando a Reforma; LLOYD-JONES, D.Martyn, Ed. PES P. 8-9.

[18] A Heroica Ousadia de Martinho Lutero; STEVEN J. Lawson, Ed. Fiel P. 119.