quinta-feira, 30 de maio de 2013

NOSSO TESTEMUNHO DE CONVERSÃO


Por Fabio Campos e Milena Campos

Texto base: “Sim, coisas grandiosas fez o SENHOR por nós, por isso estamos alegres”. (Sl 126.3 NVI).


Este texto do livro dos Salmos reflete nossa alegria em poder servir ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, nosso Deus, Jesus Cristo. Ao escolher uma mensagem para colocar no convite, uma saudação, queríamos que as pessoas pudessem ter uma pequena percepção daquilo que Deus fizera em nossa vida e por meio dela. A Misericórdia e graça nos alcançaram! Em março de 2004, no exato dia 15, conheci (como amigo) minha princesa; aquela que seria “minha ajudadora idônea”. Trabalhávamos na Losango, em Osasco, e por algum tempo, antes do namoro, nossa amizade foi profunda em lealdade e respeito, sabendo dos limites devido a personalidade de ambos.

Minha família é de origem católica! São praticantes, assim como também fui. A Milena, e, praticamente todos os seus familiares, era da Umbanda. Também super devotos e praticantes dos rituais. Antes que completássemos um ano de amizade, algo diferente foi nascendo em nosso coração. Tinha uma namorada, e após terminar este namoro, eu e a Milena, começamos a se relacionar. Entretanto, aquilo que era uma amizade muito bacana e agradável, tornou-se “confusão”. O ciúme era intenso! Brigas e mais brigas! Terminamos e voltamos por cerca de duas vezes.

Nosso vício era o álcool! Ela gostava mais dos efeitos que a bebida proporcionava e também do cigarro; da minha parte, a bebida, já estava virando um costume, até que imperceptivelmente, virou um vício! Nosso namoro começou a “descambar ladeira abaixo”. Ela tinha muito ciúmes de minha antiga namorada, o qual em um destes términos, de vai e volta, voltei com minha ex. Aí bagunçou de vez! A Milena que se apegou muito a mim entrou em desespero, e em uma de suas idas ao centro de Umbanda, ouviu do “pai de santo” que eu não ficaria com ela, mas sim com aquela o qual estava naquele momento. Neste ponto, a Mi se desapontou com sua religião, e na regeneração por meio do Espírito Santo, recusou tal “profecia”, o qual se provou mentirosa, por ter origem no pai da mentira.

Após alguns meses, reatamos o namoro. Em Osasco, no calçadão na Antônio Agu, ficavam alguns irmãos pregando ao ar livre, e um deles, tinha muita graça de Deus ao expor as Escrituras. Aos escutar a mensagem do Evangelho, nasceu em mim o desejo de ler a Bíblia e de frequentar cultos evangélicos. Gostava de tocar na noite – era sambista e tinha por instrumento o cavaquinho. Por meio do Samba conheci um amigo muito especial chamado Josuel, o qual depois de algum tempo, converteu-se a Cristo. No ouvir da Palavra e pelo crescimento da fé em meu coração, ao encontrar o Josa (o chamamos assim carinhosamente), me convidei para assistir um culto em sua igreja. O interessante naquele culto não foi à reunião em si, mas a abordagem que este irmão teve no direcionamento na evangelização para comigo. O seu pastor local não estava naquela noite, e outro pregador de fora ministrou a Palavra. Porém, com dez minutos de mensagem, O Josa, me convidou para ir embora. A igreja era grande e estávamos nas últimas fileiras, ninguém percebeu nossa saída. No caminho, ele me explicou que o pregador era de fora e que a mensagem que ele estava pregando não condizia com o verdadeiro Evangelho. Bastaram quinze minutos de conversa pelo caminho! Ele me explicou o real motivo pelo qual Jesus Cristo tinha morrido na cruz e o porquê Ele ressuscitou, e do quanto Deus nos Amava no seu Filho Jesus. Aquilo foi impactante para mim! A partir deste ponto nunca mais fui o mesmo. A Mi começou a frequentar os cultos comigo, e o processo de conversão daí se iniciou. Continuamos com as mesmas práticas, mas algo dentro de nós havia mudado. Por quase três anos ficamos neste processo.

Em 2007 tivemos o rompimento de nosso namoro novamente, e pela primeira vez a decisão foi tomada por ela. Isso me abalou muito, e neste momento, sabia que se Deus não estendesse sua mão de amor a mim, tinha afundado em uma depressão. Os primeiros meses longe dela foram muito doloridos, e a cada dia que se passavam, as chances de voltarmos eram menores. Sua lembrança ainda era muito viva e sua falta era enorme por estes dias. Foi neste interim que Deus me presenteou com o seu dom precioso de “filho amado em Jesus Cristo. Decidi seguir a Cristo de verdade, pelo caminho estreito, e lhe entreguei o comanado da minha vida. No começo foi dolorido e muitas foram às tribulações, mas quando a casa é edificada na rocha, pode vim às tempestades, os ventos, que mesmo dando contra a casa, não conseguirão derruba-la. Que benção! Não sabia, mas hoje digo que foi a melhor e mais sábia decisão de minha vida. Valeu apena passar por tudo aquilo. Do terceiro para o quarto mês de separação, já estava em Cristo, e a vida que tinha agora também queria para a Milena - lógico que ao meu lado. Entretanto, os planos de Deus não são os nossos - os Dele estão muito acima de nossa máxima compreensão! Tive a notícia que ela estava namorando outra pessoa. Aquilo foi um banho de água fria no inverno! Contudo, agora tinha a paz que excede todo o entendimento, e foi neste momento que mais me apeguei a Deus! Para eliminar os maus pensamentos pelo qual era bombardeado o dia todo, preenchi minha mente com aquilo que é puro, santo, louvável e de boa fama. Li a Bíblia por completo e iniciei o Curso em Teologia pela Faculdade Teológica Bestesda! Que benção saber que são nas dificuldades que o Senhor nos forja e nos prepara para os cumprimentos dos seus propósitos por nosso intermédio. Hoje entendo minha apreciação pelo o estudo das Escrituras! A Deus a Glória!

Depois desse tempo, passado oito meses, fui convidado a ir ao casamento da prima de Milena. Fiquei sabendo que ela já não estava mais namorando. Ainda havia um sentimento no meu coração, e também uma lembrança do passado, mas não com a intensidade de como era nos primeiros dias, logo após nossa ruptura. Só que, ao vê-la, meu coração ficou angustiado e a ansiedade por estes dias, pós-casamento, me foi por companheira. Antes do casamento, me preparei espiritualmente para este encontro, sabendo o que me esperaria. Esta foi à última vez que a vi “bêbada”. Saí da festa muito triste, e no mesmo dia, fiz a seguinte oração: “Pai, tua Palavra diz que Jesus me libertou, mas hoje ficou comprovado que estou preso neste sentimento. Peço que o Senhor a tire de meu coração, pois quero viver somente para o Senhor; se não, caso seja ela a escolhida para servir a ti ao meu lado, que o Senhor me dê um sinal. Que uma pessoa, do nada, me diga que sonhou com nosso casamento. Assim eu oro em nome de Jesus! Amém”. Irmãos, Deus existe mesmo! Até hoje, foi o único sinal que pedi ao Senhor sendo específico, talvez por ser, depois da escolha por Cristo, a decisão mais importante de nossa vida – o casamento! Nesta mesma semana, ela começou a se aproximar e foi ao culto conosco. Reconciliou-se com Jesus. No sábado seguinte, fomos a uma festa de uma amiga, e ela ao tentar tomar um gole de cerveja, o líquido voltou para trás. Na segunda-feira, lembrando-se do sinal pedido a Deus, disse em meu coração: “Nem vai rolar...!” Meia hora depois, minha ex-namorada me liga e diz: “Sonhei com você. Sonhei que você se casava”. “Aí tem”, pensei comigo! Um detalhe importante é que ambas se conheciam, mas se “odiavam”. Perguntei: “Com quem você sonhou me casando”? “Com uma mulher baixa, branca, com o cabelo curtinho”, ela me respondeu. Minha audácia e sabendo do perigo - disse: “Se parecia com a Milena?”. Ela meio contrariada, respondeu: “Era muito parecida, mas seu rosto era diferente”. Tudo bem - guardei aquele sonho em meu coração e nele fiquei meditando!

Ao chegar em casa e em conversa com um irmão que me ajudou nos primeiros passos de minha caminhada com Jesus, contei-lhe o sonho. Ele disse: “Era ela no sonho e o rosto estava diferente em sinal daquilo que Deus vai realizar. Todas as coisas serão novas em Cristo Jesus”! Confesso que a paz e alegria tomou conta do meu coração. Na quarta-feira recebi uma mensagem sua com a proposta de “ser minha companheira, pois queria caminhar ao meu lado em novidade de vida com Cristo Jesus”. Eita, benção! Falei com meu líder, e no seu zelo para com minha vida, juntos, decidimos abrir um tempo de oração - tempo este que durou por seis meses. Começamos a frequentar os cultos juntos, e acompanhados de nossos líderes, até o quinto mês, tudo tinha por paz! No último mês o “bicho pegou”! Muitas contendas até o último dia. Neste tempo, nos seis meses de oração, não somente ela precisava se firmar em Cristo, mas também eu precisava ser tratado em meu coração de algumas situações do passado. E para a glória de Deus começamos a namorar.

Depois e um ano de namoro, em 2009, noivamos, e ao colocar nosso casamento em oração, experimentamos a abundante provisão de Deus. Eu e ela fomos promovidos! Compramos nosso apartamento, e muito foram os presentes naquilo que iríamos precisar no dia-a-dia para as questões domésticas. Amigos nossos em comum se converteram e nos deram força na caminhada. Com nosso testemunho de vida, com poucas palavras, nossos familiares tiveram outra abordagem concernente aos evangélicos; a credibilidade com eles aumentou. Namoramos e noivamos em santidade, esperando para consumar o ato sexual somente após o casamento, em obediência a Deus. Experimentamos outra alegria que o mundo nunca nos deu. A santidade do Senhor nos trouxe refrigério e felicidade, suprindo os desejos, nos dando força contra os impulsos da carne. Em fim, no dia 27 de fevereiro de 2010, para a glória de Deus, nos casamos. Nosso apartamento já estava praticamente mobiliado, faltando apenas detalhes. Casamos no sábado e nos mudamos no domingo.

Que benção é fazer parte dos propósitos de Deus. Em todas as coisas o Senhor faz com que contribuam para a realização dos seus propósitos. Jesus nos abençoou com uma nova família na igreja e com líderes que nos ajudaram em nossa caminhada. Seremos eternamente gratos a eles, líderes e pastores, amigos e irmãos, que nos acompanharam. Somos gratos também aos nossos familiares que nos ajudaram com o consentimento pacifico para nossa união. Deus nos deu promessas, e a grande maioria são os seus propósitos que serão realizados por meio de nossas vidas.

Nossas vidas foram restauradas por Deus. Hoje temos a salvação em Jesus Cristo e a paz que o mundo não pode receber. Nosso casamento é abençoado! Existem as diferenças que por vez e outra traz algumas discussões, o que é normal em um relacionamento entre humanos. Mas como o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, a abordagem e forma para a reconciliação e no trato com os problemas, a paz de Cristo tem sido por árbitro de nosso coração. Por isso, nada do que fizemos e ainda faremos para Deus será em retribuição daquilo que Ele fez conosco. Não há como pagar tamanho amor dado em Jesus Cristo. Somos apenas levados ao arrependimento em contrição; O Senhor nos constrangeu com o seu amor leal. O servimos em gratidão e porque O amamos muito, sabendo, que se o nosso coração nos acusar, maior é Deus que sabe de todas as coisas. Deus é gracioso e não faz acepção de pessoas. Portanto, se você se sentiu tocado por este testemunho, saiba que assim como foi em nossa vida, Deus pode fazer na sua. Entregue sua vida a Jesus, confie Nele, e o mais Ele fará.

A boca fala do que está cheio o coração, e nesta entrega, em um futuro breve, assim como foi conosco, sua língua verbalizará que, “coisas grandiosas fez o SENHOR por nós, por isso estamos alegres”. Fica nossa gratidão ao Senhor Jesus! Somente a Ele a Glória, o louvor e o domínio para sempre. Amém!

Deus abençoe!

Fabio e Milena


terça-feira, 28 de maio de 2013

O QUE É A “DEPRAVAÇÃO TOTAL”?


Por John MacArthur

John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master's College and Seminary e do ministério "Grace to You"; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.


A expressão "depravação total" (que não pertence a João Calvino, mas é uma expressão que descreve seu ponto de vista) contém em si uma ambigüidade infeliz. Muitos dos que se expõem pela primeira vez a essa terminologia supõem ser este o seu significado: Calvino ensinava que todos os pecadores são tão completamente maus quanto podem ser.

Mas Calvino negava expressamente essa idéia. Reconhecia que "em cada época, existem pessoas que, guiadas por natureza, se empenham pela virtude durante toda a vida".
[i] Ele sugeriu que tais pessoas ("embora haja lapsos... em sua conduta moral") [ii] possuem caráter recomendável, conforme o ponto de vista humano. "Por meio do próprio zelo de sua honestidade, elas têm dado provas de que há alguma retidão em sua natureza." [iii] Ele foi mais além: "Esses exemplos parecem advertir-nos contra o sentenciarmos a natureza do homem como totalmente corrupta, porque alguns homens têm, por seu impulso, não somente sido excelentes em obras notáveis, mas também se comportado de maneira honrosa durante a vida". [iv]

No entanto, Calvino prosseguiu afirmando que isso, na verdade, remete-nos à direção contrária. Antes, "deve ocorrer-nos que, em meio a esta corrupção da natureza, há algum lugar para a graça de Deus, não a graça que purifica essa natureza, e sim que a restringe interiormente".
[v]

Nessa altura, Calvino estava descrevendo o que os teólogos chamaram posteriormente de "graça comum" — a influência restringente da parte de Deus que mitiga os efeitos do nosso pecado e capacita até criaturas caídas a manifestarem — nunca com perfeição, mas sempre de modo débil e gravemente prejudicado — a imagem de Deus que ainda faz parte de nossa natureza humana, embora tenha sido maculada pela Queda.

Em outras palavras, a depravação é "total" no sentido de que afeta todas as partes de nosso ser — não somente o corpo, não somente as emoções, mas igualmente a carne, o espírito, a mente, as emoções, os desejos, os motivos e a vontade, juntos. Não somos tão maus quanto podemos ser, mas isso acontece apenas por causa da graça restringente de Deus. Nós mesmos somos totalmente corruptos, porque de uma maneira ou de outra o pecado contamina tudo que pensamos, desejamos e fazemos. Portanto, nunca tememos a Deus da maneira como deveríamos, nunca O amamos como deveríamos e nunca Lhe obedecemos com um coração completamente puro. Isso era o que significava depravação total para Calvino.

O tratado completo de Calvino sobre a depravação humana é um dos seus mais importantes legados. Depois de sua obra a respeito da justificação pela fé, esse talvez seja um dos aspectos mais vitais de seu sistema doutrinário. Ele trouxe esclarecimento a um princípio crucial que caíra em obscuridade durante séculos desde o conflito de Agostinho com Pelágio. Magnificar o livre-arbítrio humano ou minimizar a extensão da depravação humana significa tornar irrelevante a necessidade da graça divina e subverter cada aspecto da verdade evangélica.

Uma vez que uma pessoa assimile a verdade sobre a depravação humana, os princípios controversos e difíceis da depravação se encaixam em seu devido lugar. A eleição incondicional, a primazia e a eficácia da graça salvadora, a necessidade da expiação vicária e a perseverança de todos os que Deus redime graciosamente são conseqüências necessárias deste princípio.

Embora este capítulo não possa ser mais do que uma introdução e um breve resumo da obra de Calvino quanto à doutrina da depravação, podemos ver na maneira como ele lidou com este assunto todos os melhores aspectos do ministério do grande reformador e da sua abordagem da doutrina bíblica. Nisto, vemos Calvino no seu melhor — perfeitamente informado da história da igreja, da filosofia humana e dos melhores aspectos da tradição cristã, mas determinado resoluta e incondicionalmente a submeter sua mente e ensino à verdade das Escrituras.

Sua habilidade extraordinária de enfrentar com franqueza assuntos difíceis, explicar de modo simples o seu ponto de vista e sustentar a verdade de maneira bíblica é visto mais poderosamente ou apresentada com mais excelência em seu tratado marcante a respeito da depravação total.

_____________________________________

[i] John Calvin, Institutes of Christian Religion, 2.3.3.

[ii] Ibid.

[iii] Ibid.

[iv] Ibid., ênfase acrescentada.

[v] Ibid.

Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright © Editora Fiel & Reformation Trust 2009.
Retirado do livro: John Calvin, a Heart for devotion, doctrine and doxology, cap. 11. (Reformation Trust, 2008).
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

MARCO: 150 ARTIGOS E 33 MIL ACESSOS


Amados, hoje (27.05.2013) nosso blog completou seus 33 mil acessos. Temos publicados 150 artigos, entre eles reflexões, devocionais, alguns vídeos, artigos teológicos e apologéticos. Tivemos alguns posts publicados em diversos sites cristão, e hoje o maling, conta com 1500 pessoas que recebe nossas mensagens. Por isso o temor naquilo que se escreve é necessário!

Fica aqui minha gratidão a Deus, sabendo que nossa suficiência vem Dele, prova disso é que no início do blog, tinha pouca habilidade na gramática, mas Deus em sua graça capacitadora, nos deu força para estudarmos e gosto pela leitura para o desenvolvimento.

Muito obrigado a todos que apreciam nosso trabalho; que o Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, use cada artigo para o louvor e para a Glória do seu nome.

Visite nossa pagina: www.fabiocamposdevocionais.org

SOLI DEO GLORIA!

Fabio Campos

domingo, 26 de maio de 2013

PAULO! UM APÓSTOLO DESQUALIFICADO PARA O APOSTOLADO MODERNO!


Por Fabio Campos

Texto base: “Todavia, não me julgo nem um pouco inferior a esses ‘super-apóstolos’”. (2 Co. 11.5 NVI).


Sem sombras de dúvidas, o Apóstolo Paulo foi de fundamental importância para a sistematização da teologia cristã. Entretanto, nos últimos dias, aquilo que em sua carta está escrito, “seja meus imitadores porque eu sou de Cristo”, de fato, se perdeu e deixou de ser referência para os cristãos e para alguns líderes, especialmente para aqueles que se intitulam “apóstolos” de Cristo.

Publicamente, seja na TV, no rádio, ou no culto público, ainda não ouvi de nenhum apóstolo, que o mesmo, não teve sua petição atendida depois de três orações consecutivas. Eles falam de suas visões e revelações dadas no terceiro céu! Confirmam seu ministério ao expor suas visões e fundamentam a “doutrina” da igreja naquilo que foi lhe revelado. Diferente de Paulo – quando ele diz acerca da visão no terceiro céu, sua figura de linguagem para eliminar uma possível soberba do seu coração, o coloca em posição de um cristão que diminuiu para que Cristo crescesse: “Conheço um cristão que há catorze anos foi levado, de repente, até o mais alto céu. Não sei se isso, de fato, aconteceu ou se ele teve uma visão; somente Deus sabe” (2 Co 12.2 NTLH).

Somente após quatorze anos Paulo revelou tal visão. E não somente isso, além de confessar não ter tido sua oração respondida por três vezes, também disse que havia um “mensageiro de satanás” para lhe dar bofetadas; dessa forma seu ego não foi alimentado. Em temor, Paulo sabia que sua visão era real e que, as coisas vistas, jamais poderiam ser contadas para ratificar o seu ministério. Ao contrário de muitos hoje – nunca viram nada, dizem ter ido ao céu e também ao inferno, e voltam contando tudo. Paulo não seria bem quisto em uma reunião com estes apóstolos - diante da visão, o que lhe restou dizer, foi: “Portanto, eu me sinto muito feliz em me gabar das minhas fraquezas, para que assim a proteção do poder de Cristo esteja comigo. Eu me alegro também com as fraquezas, os insultos, os sofrimentos, as perseguições e as dificuldades pelos quais passo por causa de Cristo” (2 Co 12. 9-10 NTLH). Já pensou um testemunho desses nestas igrejas que gosta mais das bênçãos materiais do que de Deus?

Diante do arrazoado acima, estudaremos algumas das características do Apóstolo Paulo e dos apóstolos contemporâneos. Hoje ninguém quer ser servo e ter por título pastor! Basta abrir uma igreja no fundo de casa e logo aquele que tem mais carisma é denominado apóstolo. Estes não foram chamados por Deus, mas auto se intitulam apóstolos de Cristo (2 Co 11.13). Para efeito de esclarecimento, a grande maioria possui algumas dessas características, mas como toda generalização é “burra”, cabe a cada um, pelos frutos, demonstrar que tal personalidade não lhe é cabível nesta lista.


CARACTERÍSTICAS DOS APÓSTOLOS MODERNOS:

·         Semi-deus ou quarta pessoa da trindade.

·         Vive uma vida nababesca; são ricos por serem custodiados por intermédio da lã das ovelhas.

·       Poderosos aos olhos do seu rebanho; da mesma forma, precisam andar com três ou quatro seguranças fortemente armados.

·       São centralizadores; uma única palavra e todos têm que obedecer cegamente sem poder questionar, pois do contrário, estarão em rebelião contra o profeta de Deus e não conseguirão prosperar.

·        Não servem, gostam de ser servidos.

·         Querem estar acima dos demais e ver sua denominação em destaque na mídia (briga pública).

·         Nunca sofreram pelo o Evangelho e como um bom soldado de Cristo; sofrem sim por fazerem o mal, e as perseguições por eles ditas são simplesmente oriunda do seu mau comportamento.

·         Não têm formação teológica e não sabem manusear bem a Palavra da Verdade; fato é que suas interpretações estão carregadas de heresias e mentiras que levam os homens a perdição.

·       São vingativos; não demonstram o fruto do espírito, antes, quando contrariados, logo tomam para si o título de “ungido do Senhor”, e sentenciam aqueles que discordaram em algum ponto de vista com o famoso discurso apelão: “ai daquele que tocar no ungido do Senhor”.

·         São inacessíveis; dificilmente você conseguirá tomar um café com eles a não ser se for do interesse deles.

·       Pensam que são insubstituíveis; com o espírito messiânico, de salvador do mundo, dizem que a obra de Deus será paralisada caso não estejam presente ou na administração dos negócios da igreja local.

·         Gosta do culto a personalidade; falam de si mesmo como o ‘cara diferente’ e aquele que possui mais experiência com Deus do que os demais.


Conforme listada as principais características de um apóstolo moderno, vemos que, a vida de Paulo e sua personalidade depõem contra aquilo no que de fato deveria ser observado e seguido como exemplo. Paulo, primeiro se diz “servo de Cristo” (Rm 1.1), depois “o menos importante dentre os apóstolos” por ter perseguido a igreja no tempo de fariseu (1 Co 15.9), e por último, quase no fim de seu ministério, diz ser o “principal dos pecadores” (1 Tm 1.15). Por toda sua caminhada cristã, Paulo passou por privações. Quando me refiro a privações, são as necessidades mais básicas do ser humano em questão fisiológica como, fome, sede, nudez, insônia. Nem moradia certa tinha (1 Co 4.11). Vejamos as características que o desqualificariam  para o apostolado moderno.

CARACTERÍSTICAS DO APÓSTOLO PAULO:

·         Sempre fiel as Escrituras mesmo tendo a oportunidade de usa-la para melhorar sua situação terrena (1 Co 9.1-18).

·      Sabia que não era um “deus” e como homem pecador, no querer fazer o bem e muitas das vezes não conseguir, examinava a si mesmo sabendo que a qualquer momento poderia ser desqualificado e cair em tentação (1 Co 9.27; 10.12).

·         Abominava o culto a personalidade; não pregava a si mesmo, mas a Cristo, e este, crucificado (2 Co 4.5; 1 Co 3.4-9).

·        Nunca teve seu nome envolvido em escândalos! Todas as acusações contra sua pessoa se provaram fraudulentas e mentirosas mediante o seu correto proceder. Portanto, sofria e era perseguido por fazer o bem, e não por fazer o mal (2 Co 6.3).

·         Alguns apóstolos de hoje são ricos porque empobreceram a muitos; Paulo era pobre porque enriqueceu a muitos (2 Co 6.10).

·     Nunca teve problema para confessar e escrever acerca de suas fraquezas; confessou estar abatido e aflito, com temores por dentro e por fora, o que para os “super-poderosos” é um sinal de fraqueza (2 Co 7.5-6).

·         Nunca se vangloriou do seu ministério e das suas obras, pois sabia que sua capacidade vinha de Deus (2 Co 10.18).

·         Anunciou o Evangelho de graça (2 Co 11.7-8) - trabalhou para não depender do rebanho financeiramente (2 Co 11.9-10) - não tratava as pessoas como mercadoria, mas sim como filhos amados na fé (2 Co 11.11).


·         Tinha por orgulho o seu trabalho secular para não depender da igreja (mesmo com direitos firmados pela Palavra) no seu sustento (1 Ts 2.9; 2 Ts 3.8; 2 Co 11.9).

·         Nunca repreendeu o espírito da miséria nem da pobreza, pois podia todas as coisas, quer abundância quer escassez, Naquele que o fortalecia (Fp 4.10-18).

·         Nunca difamou Pedro e os demais apóstolos para ter um destaque ministerial; antes, em humildade, considerava a si mesmo inferior a todos (Fp 2.3).

·         Falou mais de alegria quando estava preso do que quando livre; a alegria dos apóstolos de hoje é estar no conforto de suas mansões com seus carros importados na garagem – fora os jatinhos milionários estacionados nos aeroportos (Fp 3.1).


·       Tinha formação teológica e sabia manusear bem a Palavra de Deus em fidelidade a iluminação e inspiração do Espírito Santo (2 Co 11.6).


·         Sabia e assim agia deliberadamente no propósito para o qual Deus levantou os apóstolos: serem servos, estarem nos últimos lugares, serem condenados à morte por causa do Evangelho do Senhor Jesus – por tanta crueldade de Roma, os apóstolos era os personagens principais nos espetáculos de horror, e por isso eram considerados a escória da sociedade e o lixo dos homens (1 Co 4.9).


O ORGULHO QUE PAULO APRESENTAVA O SEU CURRÍCULO E AQUILO QUE ELE TINHA POR BENÇÃO E PROSPERIDADE

“São eles servos de Cristo? — estou fora de mim para falar desta forma — eu ainda mais: trabalhei muito mais, fui encarcerado mais vezes, fui açoitado mais severamente e exposto à morte repetidas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas. Quem está fraco, que eu não me sinta fraco? Quem não se escandaliza, que eu não me queime por dentro”? (2 Co 11.23-29 NVI).

Paulo finaliza este texto naquilo que jamais os “super-apóstolos” se orgulhariam:

“Se devo me orgulhar, que seja nas coisas que mostram a minha fraqueza”. (2 Co 11:30 NVI)


Amados, tem muita gente séria trabalhando em prol do Reino de Deus. Mas diante do exposto confrontando nossa realidade, será que não há nada de errado? Por reverência aos apóstolos de Cristo e respeito aos pais da igreja (nenhum tomou o título de apóstolo para si) sou contrariado naquilo que acredito - o título de apóstolo nos dias atuais. O significado de apóstolo é “enviado”; muitos plantam igrejas e por isso são assim chamados. Agora, falar que o apóstolo de hoje em dia tem a mesma autoridade e função da do início da Igreja Cristã, de fato, é não conhecer a história da Igreja e nem a si mesmo. Pessoas com esse pensamento são carentes e ainda não entenderam sua filiação por meio de Jesus Cristo. Não tem comparação e é uma afronta contra a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Por fim, alguns estudiosos dizem que se Paulo não se tornasse cristão, ele ultrapassaria em sabedoria e popularidade grandes filósofos por nós conhecidos. Mas Paulo pela causa de Cristo terminou seu ministério em uma cadeia sem as mínimas condições necessárias para abrigar um ser humano. Entretanto, ele sabia em quem tinha crido, e mais do que bens adquiridos ou popularidade, seu tesouro era sua fé, a qual foi guardada pelo justo juiz, o qual lhe dará a coroa da justiça. Ele foi abandonado pelos homens, mas assistido por Deus em todas as suas dificuldades, e os seus sofrimentos, privações e aflições, aquilo que os apóstolos atuais diriam ser maldições, ele declarou em alto e bom tom o contrário:

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia”. (2 Timóteo 4:7-8 NVI).


Paulo poderia ser um diácono, um simples pastor, um líder de pequeno grupo. Mas apóstolo, mediante os pré-requisitos exigidos nos dias atuais, de fato, suas qualificações estariam distante das exigências contemporâneas.

SOLI DEO GLORIA!

Fabio Campos

terça-feira, 21 de maio de 2013

DECRETAR, REIVINDICAR, PEDIR RESTITUIÇÃO? COM QUE DIREITO?



Por Fabio Campos

Texto base: “Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos” (Lc 18.9 ARA).

Só quem conhece a Deus por meio das Escrituras conhece um pouco do seu poder e da forma repugnante e pela qual Ele contempla o pecado. Fora de Cristo, uma ira paira sobre os seres-humanos e privados estão da presença de Deus (Ed 9.15). Contudo, Deus é tão bom e misericordioso, que em meio à imundice de pecados, os homens que se apresentam a Ele, por meio da sua própria justiça, nos dias de hoje, não tem o que de fato merecem - a morte diante da Glória Santa do Senhor dos exércitos (1 Sm 6.19).

É muito comum vermos pessoas decretando, exigindo, colocando Deus na parede, requerendo aquilo que lhe é de “direito”, em uma atitude arrogante, egocêntrica e mesquinha. Mesmo os homens que deve favor uns aos outros, quando aquele que tem algum direito, caso tenha tal postura com o seu devedor, certamente o aborrecerá e terá o furor acesso contra si. Agora, imagine você - como Deus enxerga tal abordagem para cima Dele? “Se alguém o provoca, ele fica furioso. Quem se arriscaria a desafiá-lo” (Jo 41.10 NTLH)? Certamente eles ainda não entenderam que o Senhor é Ele, o qual está nos céus, coberto de Santidade e poder, e nós estamos na terra, onde jaz no maligno!

A ira do Senhor se manifesta contra o mal quando é chamado de bem! Quem pode permanecer na presença de Deus quando Ele está irado (Sl 76.7)? E quem é auto-suficiente para angariar algum direito sobre Ele? Quem poderá dizer: "Purifiquei o coração; estou livre do meu pecado” (Pr 20:9 NVI)? A Bíblia nos diz que “não há um justo sequer e não há quem não erre (Ec 7.20). Todos, absolutamente todos, estão em condenação diante de Deus (Rm 3.19). Pela MISERICÓRDIA, Deus não lista nossos pecados (Sl 130.3). Graças ao Filho Jesus, no âmbito da “graça comum”, nesta era, nem os ímpios tem o que merecem. Pela misericórdia o Senhor não vive nos repreendendo e a sua ira não dura para sempre; Ele não nos trata conforme os nossos pecados (Sl 103.10). Ufa...

A Escritura diz que o “homem se vê bom e fiel, mas Deus os desafia a achar alguém que de fato seja assim (Pr 20.6). Isso nos mostra que Deus vê com uma lente diferente da nossa! O homem pode declarar a si como justo, mas Deus pesa o coração. A parábola do publicano e do fariseu contata por Cristo denuncia exatamente isso. O fariseu jejuava além do que a Lei ordenava, duas vezes por semana ele jejuava - dizia não ser avarento, desonesto, nem imoral como os demais. Sua justiça estava baseada na pecaminosidade do outro, e assim como o irmão do filho pródigo, o mesmo, pensava ter por direito aquilo que pela lei lhe era proposto. Sua oração foi feita em alta voz, em um lugar público, pois queria ser notado por todos (talvez em contextualização seja pela televisão com perguntas retóricas aos testemunhantes).

Meus irmãos, esses estão mais perdidos do que “cego em tiroteio”: “Há uma geração que é pura aos seus próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia” (Pr 30:12 AFC). O interessante na história do fariseu e do publicano era o que não tinha possibilidade de conhecer a Deus, de fato, demonstrou em atitude que O conhecia muito bem! Ele preferiu a distância para não ser notado, e simplesmente, batendo no peito dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador”. Que diferença daqueles que pensam ter algum direito legal sobre Deus.

Uma coisa peço a Deus – que eu possa viver debaixo da sua misericórdia todos os dias da minha - quero distância daquilo que de fato mereço – condenação! Minha súplica é que sua graça me alcance todos os dias da minha vida, pois em Cristo, pela fé somente, não por obras, tenho paz com Deus, e como o publicano, quero ser usado de parâmetro naquilo que traz a glória ao Senhor, pois quem me ensinou a viver assim, não foi o bispo nem o apóstolo da televisão, mas o justo, aquele que justifica o ímpio, meu Senhor e Salvador, Jesus Cristo, o Filho de Deus e Deus o Filho:


"Eu lhes digo que este homem [publicano], e não o outro [fariseu], foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado". (Lucas 18:14 NVI)

SOLI DEO GLORIA!
Fabio Campos

domingo, 19 de maio de 2013

MAL CONHECE A BÍBLIA, TEM UM PÉSSIMO COMPORTAMENTO, E AINDA QUER CRITICAR A IGREJA? SE LIGA, JÃO!



Por Fabio Campos

Texto base: Jesus respondeu: "Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus”! (Mt 22:29 NVI)


Tô falando, agora é moda criticar os evangélicos e a igreja! Não estou tratando dos apologistas cristãos sérios e dos grandes estudiosos das Escrituras. Mas daqueles que nem ainda leram os quatro Evangelhos. Vocês criticam o que não sabem e o que não conhecem! “Errais por não conhecer as Escrituras nem o poder de Deus”. A grande maioria tem um péssimo testemunho! Vivem conforme as paixões carnais e no curso de seu coração enganoso e corrupto. Acreditam no querem acreditar! Sempre mudam a interpretação dos textos naquilo que os confronta em suas concupiscências e no que ameaça sua zona de conforto.  

Noventa e cinco por cento daqueles que criticam a Bíblia nunca a leram de capa a capa. Tem os que dizem acreditar na autoridade bíblica, mas seu estilo de vida, de fato, não condiz com as suas ordenanças. Crer? Até o Diabo crê e treme! Amar a Deus e ter Jesus no coração? Isso é somente para aqueles que obedecem aos mandamentos. As ordenanças não foram escritas em “sugestão”, mas no imperativo.  Não há meio termo no percurso cristão! O caminho é estreito, tendo consigo uma cruz diária por Ele (Jesus) oferecida.

A moda agora é crente sem congregar! Os emergentes “moderninhos” estão à deriva trazendo por meio de sua intelectualidade bestial cheia de carnalidade uma pseudo-piedade, anti-bíblica, liberal e herética, sérios danos ao simples na fé. Precisamos denunciar, pois um pouco de fermento leveda a massa toda. Fuja também dos que criticam os sacramentos, o batismo e a ceia do Senhor. Seus argumentos por vezes tem uma bela gramática, cheias de referências bíblicas, mas distorcidas para sua própria condenação. Paul Washer diz: “Muitos me dizem: Não julgues para não serem julgado! Eu respondo: Não distorçam as Escrituras para não serem condenados”.

Peço um favor: Você que não tem igreja e se diz cristão; e você que congrega, mas não vive a Palavra: Não diz o que você não sabe e não conhece! Certamente, aquele que usa de sua própria interpretação para o aconchego de suas cobiças e desejos carnais usando as Escrituras, de fato, não conhece o poder de Deus nem a Sua Palavra! O critério é dado somente àqueles que têm por princípio o temor do Senhor! Portanto, até o tolo, estando calado, é tido por sábio; e o que cerra os seus lábios, por entendido.

“Olha o alerta povo de Deus”:

“’Nos últimos tempos haverá zombadores que seguirão os seus próprios desejos ímpios’.Estes são os que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito. Edifiquem-se, porém, amados, na santíssima fé que vocês têm, orando no Espírito Santo”. (Judas 1.18-20 NVI)


SOLI DEO GLORIA!

Fabio Campos