quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ELES NÃO QUEREM UM PASTOR, QUEREM UM ESCRAVO!


Por Renato Vargens


         Outro dia eu escrevi um texto sobre férias pastorais (leia aqui) e por mais incrível que possa parecer um número significativo de pessoas reclamaram considerando um verdadeiro absurdo o pastor tirar férias.

        Houve alguns que disseram: "Férias pastorais? Ora, o diabo e os seus demônios não tiram férias e o pastor quer tirar?" Sou contra, bradou o fariseu da modernidade.
        Noutra ocasião, um pastor amigo compartilhou que um dos diáconos de sua igreja disse: "Pastor, vamos aproveitar que o senhor está de férias e fazer uma visitinha?"

        Caro leitor, lamentavelmente alguns dos evangélicos querem um escravo e não um pastor. Mesmo porque, este tipo de gente acredita que o pastor tem que trabalhar o tempo todo sem direito a descanso, feriados  ou  lazer. Para os "workaholics" da fé, o pastor deve gastar todo seu vigor visitando velhinhas ao final da tarde, paparicando marmanjos esquizofrênicos, além é claro de esmerar-se cotidianamente a resolver os problemas dos outros.

       Esses hipócritas não vivem sem descanso, mas acham um absurdo com que os pastores dediquem parte do seu tempo as suas esposas e filhos num justo e merecido período de férias.

        Infelizmente em virtude da pressão dessa corja religiosa não são poucos os pastores que perderam seus casamentos e filhos. O número de adolescentes desviados é assustador! Eu tenho um amigo pastor que perdeu o filho para o álcool, simplesmente pelo fato de ter dedicado todo o seu tempo a igreja, abandonando na esquina do esquecimento a família.
        Prezado amigo, por favor, responda sinceramente: O que adianta o homem ganhar o mundo e perder os de sua casa? Lamento lhe informar que se você é daqueles que pensa que o pastor não deve tirar férias precisa urgentemente rever seus valores.

         Como já afirmei anteriormente as férias pastorais são motivos de bênçãos para o ministro e para a igreja.  Sim! Isso mesmo! Para o pastor, que tem a oportunidade de renovar as suas baterias, além obviamente de investir INTEGRALMENTE na sua relação familiar. E para a igreja, que ao receber o pastor de volta o tem com gás novo pronto para um novo ano que se inicia.

         Igrejas que incentivam os seus pastores a gozar de férias demonstram amor e consideração por aquele que com dedicação e esmero tem se doado a favor do reino.

Pense nisso!

Renato Vargens


Fonte da postagem: http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/09/eles-nao-querem-um-pastor-querem-um.html

sábado, 8 de setembro de 2012

CONSELHOS DOS MESTRES PARA OS NOVOS APOLOGISTAS




Por Davi Lago

conselhos inspirados em textos de John Frame, Alister McGrath, Gregory Koukl e Craig Hazen: 

1# Cuide bem do seu testemunho

          No mundo pós-moderno o mensageiro jamais está separado da sua mensagem. O apologista cristão, portanto, deve viver o evangelho. As pessoas facilmente detectam um discurso vazio e não ouvirão um apologista que proceda em discordância com a fé cristã. A vida do cristão precisa ser o maior argumento em favor de Jesus. O cristão deve ser um argumento vivo. Uma vida cheia do Espírito Santo é a maior prova que o evangelho tem poder para transformar vidas. Jesus Cristo não ensinou meras teorias, mas um caminho da salvação que leva a uma nova maneira de viver. John Frame afirmou sobre o mandato apologético em 1Pedro 3.15-16: “É interessante que Pedro não insiste que os apologetas sejam inteligentes e conhecedores (embora tais qualidades sejam certamente úteis), mas, sim, que vivam de maneira consistentemente piedosos”[1]. 

2# Evite o clima de confrontação acirrada

          Em Colossenses 4.6 está escrito: “O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um”. Isso nos ensina que o cristão deve ser sábio na evangelização de um incrédulo. Falar de maneira agradável e temperada com sal significa que não podemos conversar em clima de confrontação impiedosa. O cristão deve viver arraigado e alicerçado em amor. O objetivo do apologista não é humilhar o não-cristão e fazer com que ele se sinta um tolo. Não condiz com a postura cristã dizer para um ateu frases como: “Não entendo como alguém pode ser tão ingênuo de crer no ateísmo nos dias de hoje”. Essa atitude de agressividade impiedosa somente cria mais barreiras por parte do não-cristão. O falar do cristão deve ser temperado com sal. Uma das características do sal é dar sede. Isso aponta para a atitude correta: O apologista deve mostrar ao seu interlocutor como o cristianismo é uma opção atraente. O mais sábio, de acordo com Colossenses 4.6, é dialogar de tal maneira que o não-crente sinta-se atraído pela fé cristã. O espírito contencioso vem do orgulho, conforme diz Provérbios 13.10. John Frame afirmou: “Defender a fé cristã com espírito beligerante é o mesmo que defender o cristianismo somado à beligerância – um híbrido autodestrutivo”[2]. Gregory P. Koukl afirmou: “Não é suficiente para os seguidores de Cristo ter apenas mente bem informada. Eles também necessitam de um método eficiente, combinando conhecimento com sabedoria e diplomacia. Necessitam das ferramentas de um embaixador, e não as armas de um guerreiro; de habilidades táticas, e não de força bruta”[3]. Meu avô já dizia: “Se quiser apanhar mel, não chute a colmeia”. 

3# Apele para a imaginação

          É consenso entre os apologistas contemporâneos que o apelo à imaginação é fundamental. A argumentação apologética tem seu poder ampliado com o uso de ilustrações. Os argumentos são precisos; as imagens, sugestivas. Nosso Senhor Jesus Cristo utilizou frequentemente parábolas para ilustrar as verdades do reino de Deus. Alister McGrath afirmou: “A apologética eficiente não impõe a fé cristã às pessoas: ela as atrai para essa verdade de uma tal maneira que as pessoas a apreciam e se apropriam dela. Uma das mais tristes características de alguns textos apologéticos modernos é que eles fazem seu apelo puramente à razão, negligenciando a imaginação humana, talvez um dos mais poderosos aliados à disposição do apologista”[4]. Em seu texto Capturing the imagination before engaging the mind [Capturando a imaginação antes de alcançar a mente], o apologista Craig J. Hazen afirma que músicas e filmes podem colaborar na tarefa apologética[5]. O apologista pode citar exemplos extraídos da cultura para ilustrar e afirmar as verdades do evangelho.

[1] FRAME, John. Apologetics to the glory of God. Phillipsburg, New Jersey: PR Publishing, 1994, p.27
[2] FRAME, John. Apologetics to the glory of God. Phillipsburg, New Jersey: PR Publishing, 1994, p.30.
[3] KOUKL, Gregory P. Táticas: a apologética na vida cotidiana in: BECKWITH, Francis; CRAIG, William Lane; MORELAND, J.P. Ensaios apologéticos. São Paulo: Hagnos, 2006, p.65.
[4] GRATH, Alister. Apologética cristã no século XXI: ciência e arte com integridade. São Paulo: Vida, 2008, p.333.
[5]MCDOWELL, Sean (Gen. Ed.). Apologetics for a new generation. Eugene, Oregon: Harvest House Publishers, 2009, p.106.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

DIA DO SEXO E A COMEMORAÇÃO DOS ESCRAVOS DE SEUS APETITES



Por Fabio Campos

"Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas”. (Jo. 3: 20)

         Como é triste ver pessoas que começaram a caminhada cristã, mas nem ao meio do caminho já param! Por que será? Jesus nos disse: "amaram mais as trevas do que a Luz! Fracassaram espiritualmente! Você pode me dizer: “E você, nunca caiu”?” Sim, já pequei, e todos os dias preciso do sangue de Cristo, e do seu perdão! Mas meu coração purificado por Cristo ama a Luz, e nisto manifesta a verdade da repulsa pelo meu próprio pecado!

          O mundo ama o dia do sexo! Sexo é ruim? Só para aqueles que nunca experimentaram este presente de Deus, o qual nos dá cada um com seu cônjuge, dentro do matrimônio que é puro e imaculado! Fora desse contexto, é nocivo, e se torna “senhor” daquele o que pratica!

          Tenho nojo do sexo profano! Na lascívia de meu coração, busco a pureza de Deus! Não ame as trevas e nem as divulgue, pois isto é uma afronta contra o Senhor, e todo aquele que ama a Deus odeia as trevas e não tem medo da luz, pois quando suas obras são manifestas, por meio do Filho Jesus, as trevas são dissipadas pela Luz de Cristo que habita em nós!

          “Quem é sujo, suje-se mais; e quem é limpo, limpe-se mais” (Ap. 22:11)

          Tenho prazer na Lei de Deus, e Nela medito de dia e de noite! Tudo nos mérito de Cristo Jesus!

SOLI DEO GLÓRIA!

Fabio Campos

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Conselhos de John Frame para seminaristas e teólogos iniciantes



Trinta conselhos de John Frame para seminaristas e teólogos iniciantes. Esses conselhos foram publicados em Inglês no livro Falando a verdade em amor: a teologia de John Frameapós uma entrevista que ele deu a P. Andrew Sandlin. A pergunta feita a John Frame foi a seguinte: “Quais conselhos você daria a um seminarista ou teólogo iniciante enquanto eles se preparam para enfrentar seus desafios?” As repostas foram traduzidas por mim, com pequenas adaptações. Se preferir, veja a versão em inglês no blog de Andi Naselli.

Dr. John Frame é professor de teologia sistemática e filosofia no Reformed Theological Seminary em Orlando, após ter servido por 31 anos como professor no Westminster Theological Seminary, Califórnia.

1.    Considere a possibilidade de você não ter sido chamado para ser um teólogo. Tiago 3:1 nos lembra de que nem todos os que estão estudando teologia deveriam procurar ser mestres.

2.    Valorize seu relacionamento com Cristo, com sua família e com a igreja mais do que a sua carreira. Você influenciará mais pessoas por meio de sua vida do que pela sua teologia. As deficiências em sua vida acabarão negando a influência de suas ideias, mesmo as ideias que são verdadeiras.

3.    Lembre-se de que a tarefa fundamental da teologia é entender a Bíblia, a Palavra de Deus, e aplicá-la para as necessidades das pessoas. As demais coisas, sofisticação exegética, histórica e linguística, conhecimento da cultura e filosofias, tudo isso deve estar subordinado à tarefa fundamental acima.  Se não estiver, você acabará sendo aclamado como um grande historiador, linguista, filósofo ou crítico da cultura, mas não como um teólogo.

4.    No cumprimento da tarefa acima, você tem a obrigação de saber argumentar. Pode parecer óbvio, mas muitos teólogos hoje perecem não ter a menor ideia de como fazer isso. Teologia é uma disciplina argumentativa e, por isso, você precisa ter um conhecimento suficiente de lógica e persuasão a fim de construir argumentos que sejam válidos, sadios e persuasivos. Na teologia, não basta demonstrar que você tem conhecimento da história, da cultura ou de outras áreas do saber.


5.    Não basta citar pessoas que concordam com você e criticar aquelas que discordam do seu ponto de vista. Você precisa saber formular um argumento em defesa daquilo que crê.
6.    Aprenda a escrever e falar de maneira clara e convincente. Os melhores teólogos são capazes de tomar um assunto complexo e explicá-lo numa linguagem simples. Nunca tente demonstrar que você é especialista numa área por meio de uma linguagem obscura e opaca.

7.    Cultive uma intensa vida devocional e ignore aqueles que o acusarem de uma falsa piedade. Ore sem cessar. Leia a Bíblia, não apenas como um texto acadêmico. Valorize todas as oportunidades de participar de cultos e reuniões de oração no seminário e aos domingos na igreja local. Dê atenção à sua “formação espiritual”.

8.    Um teólogo é essencialmente um pregador, exceto que ele se envolve ocasionalmente com assuntos mais “misteriosos” do que o pregador. Seja um bom pregador. Encontre uma maneira de fazer sua teologia falar aos corações das pessoas.  Encontre uma maneira de apresentar sua teologia de tal modo, que as pessoas ouçam a voz de Deus nela.

9.    Seja generoso com seus recursos. Gaste tempo conversando com seus alunos e aqueles que pretendem ser alunos. Doe livros e artigos. Não seja “mão fechada” no que tange a materiais com seus direitos autorais. Dê permissão para seu material ser copiado, sempre que for solicitado. Ministério em primeiro lugar, dinheiro em segundo.

10.  Ao criticar outros teólogos, denominações ou movimentos, siga a ética bíblica. Não chame uma pessoa de herege precipitadamente. Não acuse pessoas com termos do tipo “outro evangelho” (aqueles que pregam  um outro evangelho estão sob a maldição de Deus).  Não destrua a reputação das pessoas por meio de uma citação equivocada, fora do contexto, ou no pior sentido possível. Seja gentil e generoso a menos que você tenha razões fortíssimas para ser severo.

11.  Numa controvérsia, nunca se posicione, precipitadamente, de um lado do debate. Faça um trabalho analítico de ambas as partes. Considere estas possibilidades: a) os dois lados podem estar olhando para o mesmo assunto de perspectivas diferentes, mas não pensando de maneira diferente; b) ambos os labos podem estar despercebidamente desprezando um ponto que poderia fazê-los pensar em harmonia; c) eles estão tendo dificuldade de se comunicar um com o outro porque estão usando termos que têm sentidos múltiplos; d) pode haver uma terceira alternativa melhor do que as duas posições que estão sendo defendidas; e) ambas as opiniões na controvérsia, mesmo que genuínas, devem ser toleradas na igreja, assim como as diferenças entre vegetarianos e não vegetarianos em Rm 14.

12.  Quando você tiver uma grande ideia, não espere que as pessoas a entendam imediatamente. Não tente promover esta nova ideia a ponto de criar uma facção. Não entre em rivalidade com aqueles que por acaso não vierem a apreciar sua maneira de pensar. Dialogue com eles de maneira gentil, reconhecendo que você pode estar errado e não tem a humildade de reconhecer isso.

13.  Não seja impulsivamente crítico com qualquer coisa que venha de outras tradições religiosas. Seja humilde para reconhecer que outras denominações podem ter algo a lhe ensinar. Seja “ensinável” antes de começar a ensiná-los. Tire a trava dos seus olhos.

14.  Esteja preparado para avaliar criticamente a sua própria tradição. É uma ilusão pensar que uma tradição religiosa tem todas as verdades ou está sempre certa. Não seja um daqueles teólogos conhecidos por tentar fazer arminianos se transformarem em calvinistas (ou vice-versa).

15.  Olhe para os documentos confessionais de sua denominação com a perspectiva correta. Eles são, entre outras coisas, o fruto do trabalho de teólogos e devem ser avaliados e reformados, quando necessário, pela Palavra de Deus. Não assuma que tudo o que está nos símbolos de fé da sua tradição religiosa está decidido para sempre.

16.  Não deixe que o ciúme do sucesso de um colega determine as polêmicas nas quais você se envolve, ou o lado que você toma em tais polêmicas. Há muitos que são inclinados a ser completamente críticos de igrejas com mais de cinco mil membros.

17.  Não se torne conhecido como um teólogo que atira para todos os lados tentando acertar outros teólogos ou cristãos. Nossos inimigos são: satanás, o mundo e a carne.

18.  Mantenha-se vigilante com respeito aos seus instintos sexuais. Mantenha distância de qualquer pornografia na internet e relacionamentos ilícitos. Teólogos não são imunes a nenhum dos pecados nos quais outras pessoas caem.

19.  Seja um membro ativo na igreja local. Teólogos precisam dos meios da graça no mesmo tanto que os demais membros da igreja. Isto é especialmente verdadeiro quando você estuda em uma universidade secular ou seminário liberal. Você precisa do suporte de outros crentes para manter uma perspectiva teológica apropriada.

20.  Faça seu primeiro curso de teologia num seminário que ensine a Bíblia como Palavra de Deus. Procure familiarizar-se com a teologia das Escrituras antes de se expor (se for o caso) a formas de pensamentos não bíblicas.

21.  Aprenda a demonstrar apreciação pela sabedoria, até mesmo a sabedoria teológica, daqueles cristãos totalmente leigos. Não seja um daqueles teólogos que tem sempre algo negativo a dizer quando uma pessoa mais simples descreve sua caminhada com o Senhor. Frequentemente, pessoas simples como estas conhecem a Deus melhor do que você, e você precisa aprender deles, à semelhança do que fez Abraão Kuyper.

22.  Não seja um daqueles teólogos que se empolga com toda e qualquer novidade em política, cultura, hermenêutica e até mesmo teologia, e pensa que devemos reconstruir toda nossa teologia para se adequar a cada tendência.

23.  Tenha sempre um pé atrás com todas as “tendências” em teologia.  Quando você vir todo mundo entrando no mesmo vagão, seja feminismo, liturgia, pós-modernismo, ou qualquer outro “ismo”, este é o momento para você abrir os olhos e usar sua capacidade crítica. Não embarque em qualquer uma destas tendências antes de fazer a sua sondagem.

24.  Ao mesmo tempo, não rejeite uma ideia inovadora apenas por ser inovadora. Mais importante ainda, não rejeite uma ideia simplesmente porque ela não soa como aquilo que você está acostumado a ouvir. Aprenda a discernir entre o “som de uma ideia” e aquilo que a ideia realmente diz.

25.  Esteja sempre alerta para argumentos que recorrem a metáforas ou termos técnicos extra bíblicos. Não assuma que todos estes termos têm um sentido perfeitamente claro. Geralmente este não é o caso.

26.  Aprenda a ser crítico daqueles que são críticos. Estudiosos liberais ou não cristãos estão propensos a errar como qualquer outro – na verdade, são mais propensos.

27.  Respeite os mais velhos. Não existe nada mais prejudicial a um teólogo iniciante do que desprezar aqueles que têm atuado no campo por décadas. Discordar é cabível conquanto você reconheça a maturidade e as contribuições daqueles de quem você discorda. Tenha sempre 1Tm 5:1 no coração.

28.  Teólogos iniciantes geralmente se veem como o próximo Lutero. Olhe, é muito provável que Deusnão o tenha escolhido para ser o líder de uma nova reforma, como nos dias de Lutero. Mesmo se este for o caso, nunca se intitule como “o reformador”; deixe que os outros decidam se isso é realmente o que você é.
29.  Decida cedo em sua carreira (após ter experimentado algumas vezes) no que você irá focar e no que não irá focar. Quando você começar a ter que considerar oportunidades, o saber quando dizer não é muito mais importante do que saber quando dizer sim.

30.  Nunca perca seu senso de humor (não apele). Perder o senso de humor é perder o senso de proporção. Nada é mais importante em teologia do que o senso de proporção.

Seu comentário e/ou crítica pode ajudar outros a refletir melhor sobre estes conselhos de John Frame.
Fonte: http://danielsantosjr.com/2012/08/31/conselhos-de-john-frame-para-seminaristas-e-teologos-iniciantes/