domingo, 29 de janeiro de 2012

O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE




Verdade Prática: O pecado da Geologia da Prosperidade consiste em sua anulação da soberania de Deus.
Leitura Bíblica: Lucas 12.13-21

Lição 01

INTRODUÇÃO

Neste trimestre, estudaremos a verdadeira prosperidade em contraposição à Teologia da Prosperidade, também conhecida como Confissão Positiva, que se constitui em uma ameaça à igreja cristã. Veremos que o fundamento da chamada Teologia da Prosperidade é um equívoco, mas que isso não anula a prosperidade ensinada na Palavra de Deus.

I.                   RAÍZES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

  1. Gnosticismo: Ainda em seus primórdios, a igreja cristã teve que refutar uma doutrina que demonstrou ser nociva para a fé evangélica: o gnosticismo. Tratava-se de uma crença, e está associada aos sírios, babilônicos, egípcios e gregos. Tal ensino afirmava que a matéria era má e o espírito bom.
Esse dualismo entre matéria e espírito (filosofia do antigo platonismo) levou seus adeptos a negar a realidade da matéria. Já que a matéria não era real, o sofrimento também não passava de ilusão. A influência desse pensamento sobre a Igreja Primitiva pode ser percebida na crença que negava a natureza humana de Cristo. Em outras palavras, Cristo sendo bom não poderia habitar em um corpo físico que era mau. Essa forma de crer levou o apóstolo João a combatê-lo veementemente (1 Jo 2.23; 4.2,3; 15).
Foi a partir das crenças gnósticas que surgiram os modismos e heresias que viriam ameaçar a pureza da doutrina cristã. Entre estas ameaças está a Teologia da Prosperidade.
  1. Crenças perigosas: Tais pensamentos não ficaram restritos ao passado, pois a humanidade adora especulações (Ec 7.29). Para se entender o surgimento da Teologia da Prosperidade, é preciso conhecer um pouco da história de Phineas Parkhurst Quimby (1802 – 1866), criador do chamado “Novo Pensamento”. Quimby estudou espiritismo, ocultismo, parapsicologia e hipnose e, além de penteísta e universalista, acreditava também que o homem tem parte na divindade. Por isso, defendia que o pecado e a doença existem apenas na mente, Mary Baker Eddy (1821 – 1910), fundadora da “Ciência Cristã”, tornou-se discípula de Quimby após ser supostamente, curada por ele.
  2. Confissão positiva: A crença que diz ser possível ao cristão viver em total saúde e prosperidade financeira é resultado da junção dessas ideias. A ponte entre as crenças do Novo Pensamento, Ciência Cristã e a fé propriamente dita, foi feita por E. W. Kenyon e posteriormente por Kenneth E. Hagin.
Kenyon foi um cristão devoto, mas contaminou-se com os ensinos da Ciência Cristã. Já Kenneth E. Hagin foi influenciado por Kenyon e deste obteve a maioria dos seus ensinamentos. Hagin fundou seu ministério passando a divulgar a Teologia da Prosperidade ou Confissão Positiva. Ao pregar que os cristãos não podem sofrer ou ficar doentes e que devem tornar-se ricos à custa da fé, esse ensino tem produzido uma geração de crentes interesseiros e materialistas.
Deus “tornou-se” refém de leis espirituais que Ele supostamente teria criado. O segredo é descobrir como usar tais leis e assim conseguir o que quiser. Uma das mais utilizadas é a do determinismo. Fórmula essa que tem a força de mandar até mesmo em Deus! Uma vez que essas distorções passaram a ser reproduzidas em todo o mundo, não tardaram a chegar aqui através dos que andam à procura de novidades, desprezando a suficiência das Escrituras (Sl 119.14,72; Mt 4.4; Jo 17.17).

II.                PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”

  1. Divinização do homem: A partir de uma interpretação equivocada de Sl 82.6, os teólogos da prosperidade criaram a doutrina dos “pequenos deuses”, Kenneth Kopeland, pregador da Teologia da Prosperidade, afirmou certa feita: “Cachorros geram cachorros, gatos geram gatos e Deus gera deuses”. A intenção dessa doutrina é ensinar a “teologia do domínio”. Sendo deus, o crente agora pode tudo. A Bíblia, porém diz que o homem é estruturalmente pó (Gn 2.7; 3.19).
  2. Demonização da salvação: Esse ensino chega ao extremo de afirmar que, ao morrer na cruz, Cristo teria assumido a natureza de Satanás e que o Filho de Deus teve de nascer de novo no inferno a fim de conquistar a salvação. Assim, os proponentes da Teologia da Prosperidade colocam o Diabo como coautor da salvação. Pois esta não aconteceu na cruz quando Cristo bradou “Está consumado”, mas somente quando Ele voltou do inferno onde teria derrotado Satanás em seu próprio terreno. Hagin disse que o grito de Jesus referia-se ao fim da Antiga Aliança e não ao cumprimento do processo da salvação. A Bíblia, porém, diz que a salvação foi conquistada na cruz e que o maligno não tem parte com o Senhor (Mt 27.51; Jo 14.30).
  3. Negação do sofrimento: Os crentes não precisam mais sofrer. Todo sofrimento já foi levado na cruz do Calvário e o Diabo deve ser responsabilizado por toda e qualquer situação de desconforto entre os crentes. Aqui há uma clara influência da Ciência Cristão que também não admite o sofrimento. A Bíblia diz que o cristão não deve temer o sofrimento e tampouco negá-lo (Cl 1.24; Tg 15.10).

III.             CONSEQUÊNCIAS DA “TEOLOGIA DA PROSPERIDADE”

  1. Profissionalismo ministerial e espiritualidade mercantil: A primeira consequência danosa que a Teologia da Prosperidade causa pode ser vista nos púlpitos. O ministério que anteriormente era vocacionado tornou-se, em alguns círculos, algo meramente profissional. Os pastores passaram a ser visto como executivos bem-sucedidos! O pastor agora é visto como um profissional liberal e não como um ministro de Deus. Segundo a Teologia da Prosperidade, ele não mais pastoreia (1 Pe 5.2), mas gerencia sua igreja. A igreja passa a ter a mesma dinâmica administrativa de uma grande empresa. A fé tornou-se um bem de consumo e os adoradores foram alçados a consumidores. Já existem denominações que contratam institutos de pesquisa para verificar se abrir uma igreja em determinado bairro é viável. Pode ser que não seja lucrativo (1 Tm 6.5)!
  2. Narcisismo e hedonismo: O narcisista é aquele que só pensa em si e nunca nos outros (Fp 2.4). A Teologia da Prosperidade tem gerado milhares de crentes narcisistas. Estão morrendo e matando uns aos outros. Já o hedonista é aquele que vive em função dos prazeres.
  3. Modismos e perda de ideais: De vez em quando aparece uma nova onda no meio dos crentes. São modismos teológicos para todos os gostos. Antes era o cair no espírito, a unção do riso, etc. Atualmente a lista está bem maior. Outra consequência terrível da Teologia da Prosperidade é a perda dos ideais cristãos. Ao criar essa mentalidade de mercado e transformar os crentes em consumidores, a Teologia da Prosperidade acabou esvaziando os ideais do Reino de Deus. Para que buscar o perfeito estado eterno se é possível possuir tudo agora? A escatologia bíblica é trocada por uma teologia puramente utilitarista (Mt 6.33; Cl 3.2).

CONCLUSÃO

A Bíblia fala da verdadeira prosperidade, mas os excessos criados por uma teologia que fomenta o materialismo é antibíblico. Devemos nos resguardar dos absurdos criados pela Teologia da Prosperidade no que concerne à doutrina cristã. Nenhum crente, a fim de prosperar, necessita aderir às fórmulas inventadas pelos pregadores  relacionamento com Deus que é fruto de um coração obediente.da prosperidade. A verdadeira prosperidade vem como resultado de um correto


Fonte: Lições Bíblicas (Jovens e Adultos)
Editora: CPAD
Trimestre: 1º/2012
Comentarista: José Gonçalves
 Consultor Doutrinário e Teológico: Antonio Gilberto
Tema Central: A Verdadeira Prosperidade – a vida Cristã abundante
Páginas: 03 – 10

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Louis Vuitton e rolex ou voto de pobreza?


Por Márcio de Souza

Esse post obviamente é sobre vida simples. Os pregadores não conseguem encontrar o equilíbrio entre uma vida simples e a ostentação. Ou pregam voto de pobreza e ausência total de lazer ou então dizem que você tem que ter BMW pra glorificar a Deus e viver na Disneylândia abraçado com o pateta.

As justificativas são inúmeras.Dizem que pra ser santo precisa se abster de tudo quanto é tipo de prazer, pregam uma disciplina monástica, impossível de se cumprir e legalista ao extremo. Por outro lado os profetinhas da prosperidade dizem que Jesus teve burrico BMW, que crente tem que ter bastante grana e que Jesus era riquinho. Mentira. O filho do homem não tinha onde deitar a cabeça! Essa afirmação é coisa de quem sequer teve o cuidado de conhecer a história de Jesus. É papagaio, vive repetindo o que os profeteiros dizem por aí. Entubam tudo que vêem, são pensados e mandados. Capachos!

Aprendi que toda generalização é burra. Verdade. O equilíbrio é tudo! Não dá pra aturar as besteiras que alguns caras falam sobre radicalismo gospel dos dois lados. Dá pra ter carro, casa, dinheiro e poder, mas viver para essas coisas e não dividí-las com os outros é uma outra situação. Às vezes a provisão do seu irmão está nas suas mãos. Deus te deu pra que você divida. Como diz o @ariovaldo, Deus está pronto pra multiplicar o que você estiver disposto a dividir.

E no mais, tudo na mais santa paz!
Pr. Marcio de Souza

domingo, 22 de janeiro de 2012

A REPUGNÂNCIA DA VANGLÓRIA MINISTERIAL

Por Fabio Campos

“Ninguém pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (Rm 12:3 ARA)
            É comum ouvirmos de algumas pessoas que a igreja de Cristo tem se tornado mundana. Sou obrigado a concordar! Por quê? Simples, o mundanismo não está no jeito em que a liturgia do culto é tratada, nos instrumentos e ritmos que são tocados, nem tão pouco se seu cabelo é menor que o da irmã! O mundanismo se manifesta dentro da igreja na ostentação dos dons dado por Deus. É igual à repreensão que Jesus faz a João que, quando contrariado pelos samaritanos, sugeriu que fizesse cair fogo dos céus, e Jesus o repreendeu severamente dizendo que ele ainda não conhecia o espírito do qual Ele estava dizendo. Pois, o Senhor veio para salvar o que estava destruído e não para destruí-los de vez.
          Hoje a disputa por títulos é grande! Gente que acha seu ministério mais importante que do outro. Dizem que um ministério sofre mais retaliação do diabo por ser mais ungido, uns se vangloriam porque são ousados no evangelismo outros porque são mestres da palavra, e por aí vai. Que pobreza espiritual e falta de um bom estudo de (Rom 12) e (1 Cor 12) !
          Todos precisam de todos, pelo menos é o que diz a palavra. O que seria do pastor sem os que limpam a igreja e cuidam das crianças enquanto os pais assistem o culto? Ou dos missionários sem os mestres da palavra, e os mestres da palavra sem os missionários? Não existe ninguém melhor que ninguém! Tenha certeza de uma coisa, muitos “pastores” vão para o inferno com um currículo invejável, digo de gente que expulsou demônios em nome de Jesus, curou, pregou, pois está escrito que “nem todo aquele que me diz Senhor entrará no Reino dos Céus”.
          A palavra nos ensina que as partes mais fracas do corpo devem ser tratadas com mais honra, pois são necessárias. Não existe gente mais ou menos ungida no Reino de Deus. Existem filhos e filhas de um único Pai. Jesus disse que este tipo de competição ou analogia pertencem aos governantes ímpios (Mc.10:42), e aos hipócritas fariseus. O Senhor disse para não chamarmos ninguém de Pai, pois temos um único Pai e um só Mestre que está nos céus (Mt 23: 8-9).
          Temos que receber com alegria aquilo que Deus nos deu para cuidarmos. Não importa se diante dos homens seu ministério não é tão “importante”. O que importa é o que Deus acha, e ele ama aquele que o conhece. Ele mesmo disse “para o sábio não se gloriar na sua sabedoria, nem o forte na sua força, e o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se em conhecê-lo (Jr. 9:23). Pois não é aprovado quem a si mesmo se louva, e sim aquele a quem o Senhor louva". Tem gente que fala de Deus, tem carisma, faz os outros se emocionarem, mas não conhece a Deus e nem são conhecidos por Ele.
           O apóstolo Paulo recomendou a escolha dos serviços humildes (Rm 12:16).  Os melhores dons são os que servem ao próximo, aquele que serve de escada para colocar o outro acima. Rixas como essas entre ministérios, dons, “espiritualidade”, só trazem transtornos e confusões para o corpo místico de Cristo, a igreja verdadeira.
           Lutero disse uma vez: “Se alguém é sábio, justo e bom perante os homens em virtude de dons, quer natural, quer espirituais, ele não é, por causa disso, considerado como tal perante a Deus, sobretudo se ele se considera como tal.”.

          Que Deus nos livre da vanglória ministerial, pois não existem ministérios que agradam mais ou a menos Deus no serviço. O que existe são corações sinceros junto de suas motivações no prestar do serviço. Nós julgamos o exterior, o Senhor é o único que pode julgar a motivação do coração. Por isso, quando você for tentado a se afastar do que Deus lhe concedeu como dom devido a julgamentos dos homens, lembra que quem te julgará é Deus, e somente a Ele temos que agradar.

          Não importa se você for o faxineiro ou o pastor da igreja, faça tudo para a glória de Deus, pois Nele nosso trabalho nunca é em vão, e o que é feito em secreto, nosso Pai o recompensará publicamente no tempo oportuno.

Deus abençõe.

Fabio Campos
Soli Deo Gloria!




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

REFÚGIO TEMPORÁRIO




Por Hernandes Dias Lopes

“Os bens do rico são sua cidade forte; a pobreza dos pobres é sua ruína” (Pv 10:15)

Há alguns mitos acerca do dinheiro. O primeiro deles é que o dinheiro produz satisfação. Será isso verdade? Não, absolutamente não. A Bíblia nos ensina a não colocar a nossa confiança na instabilidade da riqueza. O dinheiro não pode nos livrar dos maiores perigos nem consegue nos dar as coisas mais importantes da vida.

O dinheiro pode nos dar as coisas uma casa, mas não um lar; pode dar bajulações, mas não amigos; pode dar favores sexuais, mas não amor. Pode dar uma cama confortável, mas não o sono; pode dar uma mesa farta, mas não o apetite; pode dar remédios, mas não saúde; pode dar um lindo funeral, mas não vida eterna.

É bem verdade que o rico considera os bens a sua cidade forte, até que chega a tempestade, e seus bens são dissipados e arrastados pelas ruas como lama. O pobre, que nada tem, pensa que sua pobreza é sua própria ruína e lamente. Quando chega a crise, contudo, perecem tanto o rico como o pobre, tanto o velho como o jovem, tanto o doutor como o iletrado. 
O rico não pode se vangloriar na sua riqueza, o forte não pode se elogiar na sua força, nem o sábio na sua sabedoria. O único refugio verdadeiro é Deus, a rocha dos séculos que jamais será abalada. Nele e só nele estamos seguros agora.

Comentário Fabio Campos: O reverendo Hernandes Dias Lopes hoje é referência para os cristãos, O recomendo de olhos fechados. Valorizemos mais estes homens que pregam com humildade e seriedade a palavra de Deus, pois ele é um dos que não se dobraram a mamon.

Fonte: Livro “Gotas de Sabedoria”, Ed. Hagnos, Hernandes Dias Lopes, p. 23

Sola Del Gloria!
Fabio Campos

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

RELIGIÃO UMA FUGA DA CULPA


Por Fabio Campos

Texto base: “Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, para que sirvamos ao Deus vivo!” Hb. 9: 14 (NVI)

          Quem nunca se perguntou: Qual religião é a verdadeira? Se existe apenas um criador, então há um absoluto o qual não pode ser relativizado. Um réu jamais será julgado com base na sua opinião própria, mas de acordo com a lei que diz o que é certo e errado.

          Todo ser humano até mesmo o ateu, tem um senso dentro de si que diz a respeito do que é certo e errado. De onde vem isso? Por que a pior tormenta de um homem é a culpa? Logo a auto- justificação por seus atos remetem a crermos que há algo que, certo ou errado, deve ser explicado a outrem, ou até para si mesmo. Como diz o dito popular: “Não tem coisa melhor do que colocar sua cabeça no travesseiro e dormir em paz”.

          A palavra religião vem do latim “religare”, e significa “religar” ou “atar” algo quebrado ou rompido. São cerca de 20 mil religiões em todo o mundo. As principais religiões são monoteístas, estas descendentes de Abraão: islamismo, judaísmo e cristianismo.

          Existem algumas definições para se caracterizar o significado da palavra “culpa”. Dentro do assunto estudado vou definí-la como “violação ou inobservância de uma regra de conduta de que resulta em lesão ao direito alheio”. Já “culpado” é o responsável reprovável ou criminoso, tomado por um sentimento de culpa.

          Quando Deus fez o homem, fez sua imagem e semelhança, puro em seu ser. Deus ensinou o que era certo e errado. Porém o pecado afetou este discernimento, e a partir daí o homem passou a seguir seus próprios caminhos, ditando ele mesmo o que é certo e o que é errado. Entretanto, Deus não tirou o sentimento de culpa do homem. O apóstolo Paulo nos diz que mesmo aquele que não conhece a palavra de Deus e nem seus preceitos, sua consciência e seus pensamentos acusa e ora o defende (Rm. 2: 15). A palavra de Deus é perfeita com os sentimentos do ser humano, pois seu autor é o criador do homem.

          Por que então há tantas religiões diferentes no mundo? Minha definição é simples: o homem para amenizar sua culpa e viver em “paz” consigo mesmo, criou um “deus” padronizado pelo o que se quer acreditar.  A Bíblia é clara nesta definição: “Dizendo ser sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal” (Rm. 1: 22-23 NVI) . A religião serve para amenizar a consciência, pensam, “eu sou uma boa pessoa e pratico o bem, é isso que importa”. Só que o bom de Deus não é o nosso. Nós somos ruins, somos bonzinhos só quando há conveniências, até mesmo para agradar a “divindade” a quem se serve. A palavra diz que nossos melhores atos de bondade, fora da justiça de Deus, é como o absorvente da mulher menstruada (Is. 64:6).

          Pessoas fazem ritos, promessas, penitências, se torturam, praticam as boas obras não porque já são salvas, mas sim para serem salvas, tudo para ganhar o favor de Deus ou para sua auto-punição por algum erro. Deus não aceita este tipo de sacrifício, isto é vão e tolo aos olhos do Senhor:  “Por isso, quando Cristo veio ao mundo, disse: “Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste;  de holocaustos e ofertas pelo pecado não te agradaste”. (Hb.10: 5-6 NVI)

          O homem acredita no que ele quer acreditar! Por que a Bíblia não é muito simpática? Porque ela confronta o que é errado, e não abre mão disso por barganha alguma. O Deus da Bíblia é fundamentalista em seu caráter e nas leis por Ele estabelecidas antes da eternidade. O Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo não é ecumênico!

          Quando estudamos a soteriologia (doutrina da salvação) das religiões vemos que cada qual tem sua ferramenta para se “conquistar” a salvação. Seus atos praticados para se ganhar esta “salvação” ameniza sua culpa para com seus erros.

          Por exemplo: (Obs: as definições abaixo são com o respeito que é devido a cada pessoa e no que se acredita, apenas abordei as doutrinas de acordo com seus próprios ensinos (das religiões citadas) trazendo-os a luz pela Palavra de Deus)

Espiritismo: Crê na salvação pelas boas obras e na reencarnação como condições para que o homem, por seus próprios esforços, possa obter e evolução espiritual
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Testemunhas de Jeová: Não basta crer em Jesus e aceitá-lo pela fé. É preciso mais fé em Jeová, mais obras. É batizar-se, pregar de casa em casa e pertencer às organizações de Jeová.

Budismo: Crê em várias reencarnações e nas boas obras como formas de aperfeiçoamento e elevação (lei do carma).

Mormonismo: A salvação é obtida pela fé em Cristo, pelo batismo por imersão, pela observância das leis e pelas boas obras. Nenhum homem ou mulher desta dispensação entrará no céu sem o consentimento de Joseph Smith.

Islamismo: Não aceita a obra redentora de Jesus, o Messias. Para o homem ser salvo, precisa ser eleito, acreditar em Deus, evitar o mal e praticar o bem. Em outras palavras não precisa aceitar Jesus como Salvador.

Nova Era: Crê na reencarnação como forma de evolução. Seus adeptos acreditam que permanecem vivendo após morte, e que volta em outra forma, outro corpo. As almas, ou partes das almas, retornam em sucessivas encarnações.

          Realmente com tanta religião, doutrinas e crenças, quem é que não fica confuso a cerca do divino? As pessoas relativizam a verdade por pensarem (subjetivamente) que não vão morrer. Existem sim várias religiões, mas uma coisa é certa, por mais “benignos” que sejamos em nosso dia-a-dia, a cupa pode ser amenizada, mas não removida. A Bíblia diz que: “Todos tem culpa no cartório” (Rm 3:10/ 6:23).

          Deus deu a Lei a Moisés, para que por meio dela o homem tivesse uma percepção da Santidade do Altíssimo. Entretanto, a Lei nunca foi cumprida (a não ser por Jesus em seu ministério terreno), e para remissão de pecados, eram feitos sacrifícios de animais, pois está escrito: “sem derramamento de sangue não há remissão de pecados” (por isso da morte sangrenta de Cristo, para remissão dos pecados). Mesmo mediante estes sacrifícios, os homens eram atormentados por sua culpa, e por isso não conseguiam servir a Deus com paz na consciência: “pois é impossível que o sangue de touros e bodes tire pecados”. (Hb. 10:4 NVI).

          No cristianismo bíblico, doutrina esta fundamentada pelos apóstolos de Cristo, não por “profetas” que surgiram com uma nova “verdade”, a salvação é pela fé, e isso não vem pelas obras, mas é presente gratuito de Deus (Ef. 2: 8-9). Por meio de Cristo podemos nos livrar da nossa condição de culpa como pecadores diante de Deus. Segundo as Escrituras, mesmo nascidos pecadores (Ef. 2: 1-5) podemos ser reconciliados com Deus através do arrependimento e da fé em nosso Senhor Jesus Cristo e em seu sacrifício vicário (substituta) (At. 3:19; 1 Jo 1:9; At 4:12), nos tornado também filhos de Deus (Jo 1:12-13).

          Não há nada que se possa fazer para ganhar esta salvação, a não ser a fé em Jesus como único Senhor e Salvador. As religiões jamais conseguirão remir o homem de sua culpa! Você pode acreditar no que quiser, é direito seu, mas a culpa só pode ser removida verdadeiramente de sua alma, não da consciência, digo de algo muito mais profundo, coisa esta que divide entre alma e espírito, no relacionamento com Deus: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1 NVI).

          Sempre quando perguntamos a alguma pessoa que não conhece a verdadeira graça de Deus se ela é salva ou não, a resposta é sempre a mesma: “só Deus sabe”, “vou passar pelo purgatório”, “preciso evoluir” ou “vou para inferno direto, pois para mim não tem mais jeito”.  Antes de conhecer a Cristo e adorar a Deus por meio de sua obra redentora na cruz, é natural sentir este sentimento de cupa e consequentemente não ter a certeza da salvação: “as ofertas e os sacrifícios oferecidos não podiam dar ao adorador uma consciência perfeitamente limpa”. (Hb 9: 9b NVI)

          Os que conhecem seu Salvador e pelo favor imerecido que obtiveram, mesmo sendo falhos, dirão sem hesitar que são salvos, não que serão mais que já são. Eles já não falam com Deus compungidos pela culpa: “Antes vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo , mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação”. (Cl 1: 21-22 NVI)

          Por causa do ego envaidecido, orgulho, alguns rejeitaram a justiça de Deus. Justiça esta que pagou o preço pelo resgate do pecador. Como um homem orgulhoso admitirá que é cego, pobre e nú, mesmo tendo tudo aos olhos humanos, me refiro também aqueles que são de condições mais simples! Eles não quiseram se sujeitar ao seu criador, o orgulho faz isso. Se não conseguem se sujeitar aos seus pais terrenos, imaginem a Deus que estas nos céus.

          A melhor coisa do mundo é ter comunhão com Deus! Eu já experimentei as “delícias” que o mundo oferece, mas nenhuma foi tão deliciosa como andar com o meu Deus e Salvador, Jesus Cristo. Que coisa maravilhosa! Ele é o caminho a verdade e a vida, e veio para dar vida, e vida em abundância. Hoje adoro a Deus sem culpa na consciência: “Pois os adoradores, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais se sentiriam culpados de seus pecados” (Hb. 10:2 NVI).

          Por isso que mesmo sendo evangélico, discordo de alguns movimentos ensinados dentro de alguns arraiais evangélicos, onde se diz que um ritual em si mesmo removerá as maldições do passado (me refiro aos que já tem a Jesus como Salvador) ou que um pecado cometido na ignorância tem legalidade hoje na sua nova vida com Cristo, e por motivo este às coisas não acontecem na sua vida. Se nem Deus lembra mais dos pecados cometidos anteriormente, por que preciso trazê-los à tona novamente dentro de um ritual “evangélico” esotérico? Isso é pragmatismo religioso e não tem respaldo bíblico para tal ensino! Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz (Cl. 2: 13-15 NVI). Esses ensinos não deixam de ser ministrações e rituais para amenizar a culpa diante de Deus, sendo que Ele mesmo já não se lembra mais dos pecados cometidos anteriormente (Hb 10: 17-18).

          A salvação é discernida no espírito apenas por aqueles que realmente se arrependeram e abriram o coração (sem entrar no mérito da discussão entre o calvinismo e arminianismo) para Deus fazer a obra do novo nascimento.

          Por que então o cristianismo bíblico fundamentalista, que tem a Bíblia como Verdade Absoluta de Deus é rejeitada pelas 20.000 religiões, as quais relativizam a verdade revelada nas Escrituras? Fico com a resposta dada a Nicodemos pelo criador e mestre, Jesus Cristo: “Eu lhes faleis de coisas terrenas e vocês não creram: como CRERÃO SE LHES FALAR DE COISAS CELESTIAIS”?

          Fica aí a reflexão: você é salvo pelo único que realmente pode te salvar de verdade ou você é salvo pelos “psicólogos” espirituais na representação de “guias divinos”?

          Se você ainda não tem a Jesus como seu único Senhor e Salvador, hoje Ele te convida a encontrar-se contigo dentro de seu coração, para mudar sua história definitivamente: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Ap 3: 20 NVI)

Deus abençõe!

Fabio Campos
Soli Deo Gloria!
Email: fabio.solafide@gmail.com

Fontes bibliográficas de pesquisa:
SÉRGIO, Paulo. Manual de repostas bíblicas: Kairos, 2º edição ampliada.
Bíblia Sagrada apologética de estudo ACF, ICP edição ampliada.
Dicionário escolar da língua portuguesa, Companhia editora nacional.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ESTUDO SOBRE LOUVOR E ADORAÇÃO



Definição de termos

      Através da musica expressamos nossos sentimentos, emoções, enfim, expomos o que há de mais profundo na alma.
Na palavra de Deus encontramos muitas exortações ao uso da musica (Salmos 147.1,7; 149. 1,3; 150. 3-5).
                
     Termos usados pelos cristãos

Louvor

     A palavra “louvor” quer dizer em seu uso comum “elogio”. Refere- se à expressão individual ou coletiva de reconhecimentos das qualidades de uma pessoa normalmente está associada à gratidão.
    Quando se refere a Deus o termo passa a ser entendido de duas formas possíveis: como “elogio” ou como “pratica litúrgica”. Nesse processo intimo ou coletivo, de manifestação, o coração humano salienta a santidade, a bondade, a fidelidade e a misericórdia de Deus. È o ato de dizer a Deus o que sentimos e pensamos a seu respeito. Embora ocorra também liturgicamente, não requer manifestação exterior alguma. Pode ocorrer apenas no coração do devoto.
    A diferença entre louvor e ação de graça, é que o louvor reconhece e elogia o que Deus é e faz. Já ação de graças se refere ao que ele fez por nós. Assim agradecemos a Deus pelo que ele nos faz e o louvamos pelo que ele é.

Adoração

    O significado da palavra adoração, na língua portuguesa, é derivado da palavra inglesa “worship”, que tem o sentido de atribuir mérito ou valor a algo ou alguém (Salmos 96: 1-6; 99: 9).
    Portanto adorar a Deus é reconhecer e exaltar o que ele é: grande, forte, poderoso, misericordioso.
    È importante lembrar que reverência não é sinônimo de silêncio, mas está relacionada a temor, isto é, a uma atitude interior.
    A adoração é oferta. È a expressão da alma que se rende aos pés de Deus, motivada pela fé e confiança no poder divino, agindo com total dependência do Senhor. Essa foi à atitude de Abraão quando foi buscar uma esposa para Isaque (Gn 24:28).
    Adoração é agradecer a Deus por sua intervenção em favor dos seus escolhidos. Em resumo, diríamos que adoração acontece na dimensão do coração e requer profunda intimidade com Deus.

Liturgia

    A palavra liturgia vem do Grego “leitourgia”, que quer dizer “função publica”, também ligada ao serviço prestado aos deuses. Adotado pelo latim medieval, o termo virou “liturgia”, que significa culto publico.
    Assim, a liturgia nada mais é do que uma ordem empregada ao culto publico, de forma a evitar a desordem que reinaria caso ela não existisse.

Adoração na Bíblia

    O dicionário Aurélio define adoração como “culto a uma divindade; culto, reverência e veneração”. O sentido essencial é o serviço. Quando o termo é usado tanto no velho testamento ablôdhâ (Hebraico) e latreia (Grego), chegamos a esse entendimento, pois significam, originalmente, o trabalho dos escravos ou empregados que se inclinavam diante de seus senhores, reconhecendo sua superioridade. Sendo assim, a verdadeira adoração cristã nos leva a reconhecermos a superioridade absoluta de Deus sobre todas as áreas de nossa vida.
    Seria um engano consciente acharmos que toda e qualquer expressão de adoração que parte do homem é verdadeira. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jr 17:9; Is 55: 8-9). Só a palavra de Deus é base firme para avaliar o que é a adoração verdadeira. Como única regra de fé e pratica, tudo o que não concorda com a palavra de Deus tem de ser julgado falso.

Formas bíblicas de adorar a Deus

    Podemos dizer que a verdadeira adoração pode ser estabelecida de duas maneiras: a vertical e a horizontal.

Adoração vertical é aquela que é dirigida exclusivamente para Deus e Deus para o povo.

Adoração horizontal é aquela que é estabelecida entre os irmãos e entre os visitantes, por meio dos cumprimentos, abraços, cânticos voltados para o outro, para a comunhão e serviço.

    O louvor e a adoração na Bíblia demonstram que o coração dos homens e mulheres possuía uma experiência com Deus tão significativa que desejavam ver todos os corações louvando, adorando a Deus e transformando o mundo inteiro em uma canção de louvor ao Deus criador.

Formas de se adorar a Deus

    Prostrando- se (2 Cr 29:28), ajoelhando-se (Fp 2: 10-11), com palmas (Sl 47:1), levantando as mãos (Sl 63:4), com danças (Ex 15:20), falando (Sl 26: 7), com brados de triunfo (Es 3:11), com alegria (Sl 35:27), com cânticos (Sl 33.3), com instrumentos musicais (2 Sm 6:5).
    Essas são formas citadas mostram que não existem limites para o louvor e adoração a Deus. Deus não se agrada com gritarias, exageros, mas se deleita com uma adoração sincera, de todo o coração, que redunde na edificação da igreja de Cristo.

Estilos de louvor

    As três principais missões da igreja no mundo são: evangelização, o ensino da palavra e a adoração.
    Sobre esta ultima missão, muito se tem discutido sobre qual é o verdadeiro estilo de louvor que deve ser oferecido a Deus. A realidade é que não há consenso. A verdade é que não há nas escrituras fundamento para um único estilo de culto. O essencial está na qualidade, e não na forma.
    Atualmente existem vários estilos de adoração nas igrejas evangélicas; tem os mais tradicionais e o menos tradicionais que são: Litúrgico (é o mais tradicional de todos os estilos), Tradicional (segue um planejamento e uma estrutura bem rígida, mas não como no litúrgico), Avivado (é um estilo mais informal, acompanhado de manifestações de entusiasmo, com pregação direcionada ao evangelismo), Louvor e adoração (é um estilo mais atual, sendo também conhecido como pentecostal).

Impedimento à adoração

    Nas línguas originais o significado do termo “adoração” é chegar-se a Deus de modo reverente, submisso e agradecido, a fim de glorificá-lo. Adorar é um ato de total rendição, gratidão e exaltação jubilosa a Deus (Sl 95: 6; 2 Cr 29:30; MT 2:11).
    Às vezes ouvimos pessoas falarem que saíram de um culto insatisfeito, sem ser alimentadas. Não temos a menor duvida de que isso aconteceu, ficou faltando a aparte essencial na adoração: o encontro com Deus.
    Existem alguns obstáculos que impendem à adoração:

Atitude incoerente
Exterioridade e tradicionalismo
Mundanismo
Pecado não confessado
Desinteresse e ingratidão
Preguiça e negligencia
Falsa adoração

Benefícios da adoração

    Aqueles que têm participado ativamente do louvor e adoração a Deus têm usufruído de benefícios incalculáveis, descobrindo o segredo de uma das experiências mais enriquecedoras de suas vidas.
    Vamos destacar seis:

Segurança espiritual
Comunhão e reconhecimento mutuo
Santificação
Visão transformada
Evangelização
Alegria no espírito

    Realmente, aquele que adora a Deus de todo o seu coração experimenta benção desse louvor incentivam os crentes em todos os aspectos a buscarem a maturidade espiritual.

Musica no culto

    Atualmente há um pensamento generalizado de que o ministério de musica com equipe organizada é algo recente e que provem de modismo. Davi institui o ministério de louvor de forma organizada na casa de Deus (1 Cr 25: 1-7)
    Dessa forma, podemos ver que já naquele tempo havia ministério de musica a serviço da casa de Deus de uma maneira organizada. Percebemos alguns princípios que quando aplicados ao ministério musical da igreja, produzem um bom resultado.

Davi separou- Há necessidade de separação, santificação para este serviço, não se pode colocar qualquer pessoa que saiba cantar bem ou tocar um instrumento e colocá-la para ministrar.
Chamados para profetizar- Profetizar é falar em nome de Deus, e para fazê-lo deve haver necessariamente conhecimento e revelação da palavra, ter intimidade com Deus por meio de oração e do jejum. Neste aspecto é necessário entender que o preparo espiritual é tão importante como o técnico, pois Deus não está procurando tocadores, e sim adorador (Jô 4: 23-24)
Submissão- Outro aspecto do texto é que os músicos estavam debaixo de autoridade, eram totalmente submissos. Esta é uma qualidade que Deus preza. Um coração quebrantado e contrito pronto para obedecer a sua voz.

Tipo de musica no culto

    Não é fácil definir o estilo de musica no culto em nossos dias; cada igreja segue um ritmo diferente que melhor de adaptou aos seus agregados.
    A musica é o verdadeiro veiculo por meio do que adoramos e louvamos ao Senhor dentro do culto, a musica exerce alguns propósitos.

Proclamar a palavra de Deus
Expressar a adoração a Deus
Incentivar a identificação e a comunhão dos crentes, uns para com os outros
Testemunhar.

Perfil de um líder de adoração

    Considere os lideres que Deus escolheu para o seu povo em toda a escritura de modo geral, eles não eram os melhores ou mais brilhantes, mas foram qualificados porque estavam sintonizados com Deus.
    Bons lideres de adoração normalmente demonstram certas qualidades em suas vidas, dentre as quais podemos destacar.

Não é neófito- Enquanto habilidade musical e experiência podem ser muito importantes, isto não deve ser mais importante do que o caráter pessoal e o relacionamento com Deus. Lideres bem-sucedido são aprendizes.
Dedicado estudioso da Bíblia- Nem toda musica cristã ou de louvor está em linha com a palavra de Deus. O líder de adoração precisa estar fundamentado biblicamente para discernir com que tipo de material ele ou ela está alimentando as pessoas.
Vida de oração
Afável- Se o líder de adoração é apático diante das pessoas a congregação ira se sentir desconfortável e terá dificuldades de entrar em adoração.
Conhecimento musical
Submisso à autoridade- Devem estar necessariamente estar subordinados ao ministério da igreja.

    A liderança é algo que se desenvolve dia após dia, e não em um dia; independentemente do ponto de partida, podemos sempre melhorar.


Extraído do modulo IV  da Faculdade Teológica Betesda
Matéria suplementar- Louvor e adoração
Editado por Fabio Campos