quinta-feira, 23 de março de 2017

UMA VIDA DE FRUTIFICAÇÃO



Escola Bíblica Dominical – 26 de março de 2017 | Lição 13
Texto Áureo: Jo 15.2

Verdade prática: O crente só terá uma vida frutífera se estiver ligado à Videira Verdadeira, Jesus Cristo. 

Leitura bíblica em classe: João 15. 1-6

REFLEXÃO E OBJETIVO DA AULA: 1) Compreender a singularidade da videira e seus ramos; 2) Mostrar o fundamento da frutificação espiritual; 3) Explicar que fomos chamados para frutificar.

INTRODUÇÃO:

a. Nesta última lição do trimestre estudaremos a respeito da frutificação na vida do cristão.

b. Que fruto temos produzido? Se as pessoas tivessem que se alimentar daquilo que eu e você estivéssemos frutificando, elas seriam nutridas ou desnutridas?

c. Nós, como cristãos, fomos chamados para produzir frutos, frutos que permaneçam (Jo 15.16).

d. O cristianismo que pensa somente em si mesmo – que não busca o interesse do próximo – não é o cristianismo de Cristo, mas dos homens. Pois não busca as coisas que são do alto, como manda a Bíblia (Cl 3.1), mas as da terra. Portanto, este cristianismo não passa de mera religião criada por homens para atender aos seus interesses mundanos (Jd 1.12).

e. Se tão somente estivermos verdadeiramente em Cristo, pois sem Ele nada podemos (Jo 15.4), os frutos serão as consequências desta união, o que trará, entretanto, glórias a Deus (Jo 15.8).

I. A VIDEIRA E SEUS RAMOS

1. A parábola da vinha.

a. O texto da leitura Bíblica, no meu entendimento, não se trata de parábola, mas de uma analogia, que tem por uso figurativo o fruto comumente descrito na  Escritura (11 vezes no livro de salmos; 10 vezes no livro de provérbios).

b. O exemplo principal é encontrado em Isaías 5. 1-7, onde o profeta descreve Israel como vinha de Deus.

c. Aqui está a visão de Isaías da vinha de Deus: uma visão que nos ajudará a entender, como os discípulos de Jesus devem ter entendido, a analogia ampliada de Cristo –sobre  o relacionamento de Sua própria videira e dos galhos – com os crentes:
ü  A videira é o Senhor Jesus.
ü  Os ramos são seus discípulos.

d. Pelo fato de Cristo não ser simplesmente a raiz ou tronco, mas toda a planta, a produção de frutos pelo cristão só se dará se estiver de fato ligado com Ele nesta íntima comunhão: “Sem mim nada podereis fazer” (Jo 5.5), disse o próprio Senhor.

e. Infelizmente, muitos estão preocupados com o estético, isto é, frutificar para o reino de Deus através de métodos humanos; o que precisamos, no entanto, é estar em Cristo para podermos ser cheios do Espírito de Deus:

“... e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhes destreza, habilidade e plena capacidade...”. – Êxodo 31.3 (NVI) 

2. A condição para ser produtivo.

a. Segundo os agrônomos, a videira leva três anos para dar os primeiros frutos. As uvas não nascem logo depois da semente germinar no solo. É preciso tempo e muitos cuidados.

b. A árvore, para dar fruto, precisa ser regada e cuidada. Para florescer não pode ser sufocada. O êxito nesta caminhada, como propõe a Escritura, é se desembaraçar do peso do pecado que tenazmente nos assedia (Hb 12.1).

c. O caminho é longo, e o como o fardo do pecado é pesado, se insistirmos em carregá-lo, infelizmente ficaremos pelo meio do caminho:

“Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.” – Salmo 32.3 (ARA).

d. O apelo a correr com PERSEVERANÇA a CARREIRA sugere que a vida cristã é mais uma MARATONA do que uma corrida de “CURTA DISTÂNCIA”. Não ganha o mais rápido, mas o mais resistente.

e. O discipulado, a oração e o ensino da Palavra são frutos de todo aquele que está ligado a Cristo. Disto depende nossa sobrevivência nesta longa e estreita caminhada.  

3. A poda.

a. Podar é aparar os ramos que estão atrapalhando o desenvolvimento da planta. A poda ajuda a produzir novos ramos, fazendo com que a produção de frutos seja maior.

b. Por mais piedoso que se possa ser, todo cristão deve ser podado, para que possa dar ainda mais frutos. Por mais santo que alguém seja, todo crente precisa ser santificado, pois o pecado habita em nós (Rm 7.17); nós não somos apenas pecadores porque pecamos, o pecado está em nós (1 Jo 1.8).

c. Sobre o “corte”, as opiniões se divergem: 

Þ    Alguns falam que este “corte”, dito por Jesus na analogia, trata-se dos crentes que não permaneceram n’Ele, e que por isso serão destinados para o castigo eterno juntamente com os ímpios.
Þ    Outra linha de interpretação diz que o corte trata-se de pessoas que professaram a fé, porém nunca nasceram de novo. Ou seja, Jesus usa “permanecer e mim” para poder pontuar (a vista dos homens) os que de fato estão n’Ele dos que dizem estar, porém não estão (Mt 7.21). Deus conhece os que lhe pertence (Soberania de Deus), afaste do pecado todo aquele que profere o nome do Senhor (responsabilidade humana).
Þ    Outra linha diz que Jesus não está falando sobre salvação, mas sim sobre a falta de frutos. Ao tratar deste tema Jesus se baseia nos costumes comuns daqueles que cuidavam as videiras tão familiares nas regiões altas de Israel. Neste versículo, Ele simplesmente destaca a inutilidade de qualquer ramo que deixa de produzir frutos. 1

d. De fato o texto trata dos frutos, ou seja, da nossa produção em Cristo, e não do que Cristo fez por nós, isto é, a obra salvífica. O cristão não é salvo pelas obras; muitos cristãos “relaxados” terão suas obras queimadas pelo fogo do juízo, porém não serão condenados (1 Co 3.15). Portanto, o que tudo indica é que o texto trata de galardão, e não de salvação:

“Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão.” – 2 Jo 1.8 (ARA)

e. De todo modo, entendendo a controvérsia do texto, precisamos, entretanto, atentar-se com a advertência de Jesus; o texto nos foi dado para ser praticado, e não especulado.

f. Quem precisa de poda lhe será acrescentado; quem precisar ser cortado, até o pouco que tiver, lhe será tirado (Lc 8.18). Pois na vinha do Senhor não há ramos para enfeitar, mas para frutificar.

SÍNTESE DO TÓPICO I                                                                                       

Para frutificar, precisamos estar ligados à videira.

II. O FUNDAMENTO DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL

1. Firmados no amor de Cristo.

a. O amor é supremo e está acima de todos os dons (1 Co 13.1a); o amor não se trata de um dom, mas faz parte do fruto do Espírito. Acima de tudo é um mandamento.

b. Cristo nos amou e foi o seu amor que nos constrangeu (2 Co 5.14).

2. Por que o amor é a base da frutificação?

a. O amor nos faz frutuosos para Deus (2 Co 5.15).

b.  Portanto, o amor deve ser materializado em obras (Mt 5.16); a fé que atua pelo amor, como diz a Escritura (Gl 5.6), deve ser evidenciada pelas obras (Tg 2.17,26).

c. Estejamos atentos as oportunidades que nos são apresentadas, para que possamos demonstrar o amor de Deus que foi derramado em nossos corações. Sempre haverá pessoas carentes de algo (seja material ou espiritual). 

3. Cheios do Espírito e de amor.

a. Não podemos nos enganarmos pensando que o amor é algo produzido por nós; ele não é produzido por nós, mas em nós. Isso não provém do homem, mas de Deus.

b. O Espírito Santo habita em nós, o que, por sua vez, nos livra da corrupção e das paixões que há no mundo, para que possamos amar com o amor de Cristo (2 Pe 1.4).

c. O marketing da igreja primitiva, no bom sentido, foi tão somente o amor; todos eram cheios do Espírito Santo, partiam o pão e tinham tudo em comum; isso os fez “cair na simpatia do povo, e Deus lhes acrescentavam cada dia ao seu número os que seriam salvos” (At 2.47).

d. Por amor suportavam tudo, até perseguições ainda que o seu desfecho fosse a própria morte (At 7.60).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O fundamento da frutificação espiritual está em ser cheio do Espírito Santo e de amor.

III. CHAMADOS PARA FRUTIFICAR

1. Revestidos de amor.

a. A nossa natureza é inimiga da lei de Deus; contudo, pelo o Espírito Santo precisamos se revestir conforme eleitos, santos e amados de Deus (Cl 3.12): 1) Compaixão; 2) Bondade; 3) Humildade; 4) Paciência.

b. Isso significa trocar de veste; trocar a roupa suja do pecado pela a roupa limpa da santidade (Ec 9.8).

c. O amor de Deus em nós afetará todas as esferas da nossa vida:
Þ    No relacionamento com Deus (teremos prazer nas disciplinas espirituais).
Þ    No relacionamento conjugal (amaremos o nosso cônjuge com a mais alta estima).
Þ    No relacionamento familiar (cada qual dará as honras devidas aos seus familiares e por isso buscará não mais os seus interesses mas dos seus amados).

d. Veja as características do verdadeiro amor:
ü  Paciente
ü  Bondoso
ü  Não invejoso
ü  Não se vangloria
ü  Não se orgulha
ü  Não maltrata
ü  Não procura seus interesses
ü  Não se ira facilmente
ü  Não se alegra com a injustiça
ü  Se alegra com a verdade
ü  Tudo sofre
ü  Tudo crê
ü  Tudo espera
ü  Tudo suporta

e. Como seriam as famílias e os relacionamentos interpessoais, a igreja e a sociedade, se todos os homens produzissem este fruto do Espírito, o amor?

2. Se a Palavra estiver em nós.

a. Oração, nada mais é que, Deus conversando consigo mesmo em nós (Rm 8.26).

b. A palavra do homem não produz efeito; porém, se estivermos em Cristo, logo a nossa a Palavra de Jesus estará em nós, e tudo quanto pedirmos será conforme a vontade de Deus (Jo 15.7).

c. Nosso alvo, portanto, é pensar como Jesus pensa e falar como Jesus fala. Pois fomos chamados para isso, i.e, sermos semelhantes a Ele (Rm 8.29).

3. Cumprindo a lei.

a. Quem ama cumpriu a lei (Rm 13.8).

“Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: “amarás o teu próximo como a ti mesmo.” – Gálatas 5.14

b. Só alguém que ama a Deus acima de todas as coisas poderá amar o seu próximo como a si mesmo. Sem o amor de Deus, o que temos são interesses e conveniências.

c. O amor de Cristo em nós nos ajuda a observar os mandamentos e princípios divinos para a nossa vida.

SÍNTESE DO TÓPICO III

Fomos chamados do mundo para frutificar para a glória de Deus.

CONCLUSÃO

1. O verdadeiro amor se encontra naquele que verdadeiramente está em Cristo Jesus.

2.  Este amor, portanto, nos faz frutíferos para a glória de Deus.

3.  Para isso fomos chamados, e daremos frutos se verdadeiramente “tivermos amor uns pelos outros” (Jo 13.35).

4.  Que venhamos a frutificar em todas as áreas da nossa vida, afim de que o nome de Jesus, o Nosso Amado, seja glorificado e exaltado.

5.  Que Deus abençoe o nosso próximo trimestre.

Soli Deo Gloria!
Fabio Campos

Aula ministrada na ICT – J - dia 26/03/2017

Curta nossa página fan page e tenha acesso a vídeos, artigos e reflexões de autores cristãos de todas as épocas: https://www.facebook.com/fabiosolafide/?fref=ts
____________________________________________________
Citações:
1 RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do NT. Editora CPAD, 2014. Rio de Janeiro, RJ, p. 231. nb

Referências bibliográficas:
Escola Bíblica dominical. As obras da carne e o fruto do Espírito. 1º trimestre de 2017; CPAD; lição 13.
RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do NT. Editora CPAD, 2014. Rio de Janeiro, RJ

sexta-feira, 17 de março de 2017

A IRA DO HOMEM E A IRA DE DEUS



Por Fabio Campos 
 
Segundo o dicionário Escolar da Língua Portuguesa, produzido pela academia brasileira de letras, “Ira” é o forte sentimento de raiva ou rancor (contra algo ou alguém), provocado por algum mal ou ofensa recebidos; ódio, cólera, fúria; trata-se do desejo de vingança ou de punição 1. O dicionário popular de teologia de Millard Erickson, diz que a “Ira de Deus” trata-se da oposição ao ódio pelo mal, juntamente com a intenção de puni-lo 2. Já o dicionário de Teologia da Editora Vida, edição de bolso, diz que Ira é a reação espontânea, subjetiva e santa de Deus ao pecado, ao mal e à impiedade exibidos pelas criaturas que a ele se opõem 3.

Este atributo não é tão fácil de definir, como acontece com amor, que também se trata de um dos atributos de Deus. Os reformadores enfatizaram muito em suas pregações e ensinos a ira de Deus. Os puritanos eram contundentes na exposição de seus sermões, e dentre os seus temas favoritos encontrava-se a ira de Deus. Quem não se lembra, por exemplo, o famoso sermão pregado por Jonathan Edwards Pecadores nas mãos de um Deus Irado

No entanto, o principal complicador para se definir a ira de Deus é porque, na maioria das vezes, partimos do ponto da ira do homem, isto é, de nós mesmos. O que deve ficar claro para nós, entretanto, é que a ira de Deus é diferente da ira do homem, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus (Tg 1.20). Aqui está o motivo pelo qual muitos se equivocam ao falar sobre este assunto.

Alguns entendem ira de Deus como ressentimento, animosidade, vingança pessoal etc. A nossa ira, no entanto, é que carrega este caráter. Deus, porém, não é movido por sentimentos ou paixões (ainda que Ele seja imanente). A ira de Deus, portanto, não é um sentimento de fúria no qual Deus se deixou levar pelo o momento, mas o estado na relação d’Ele com o homem (Jo 3.36; Rm 4.15; Cl 3.6). Jonh Stott diz que “a ira divina contra o pecado lhe causou dor (em Deus). Essa ira de Deus é absoluta e firme. Podemos dizer que o reconhecimento da ira de Deus é o princípio da sabedoria. Mas Deus ama as próprias pessoas com as quais está irado. De modo que a dor de Deus reflete a sua vontade de amar o objeto de sua ira”.4 Por este fator – diferente de nós quando irados – Deus continua amando o objeto da sua ira, sem, com isso, levá-la em conta, pois todos homens se encontram sob o seu juízo (Rm 3.23).

Esta ira, ou seja, me refiro ao estado, é removida quando alguém recebe Cristo como Senhor e Salvador. Aqui há algo extraordinário. Na cruz, a justiça e a misericórdia se beijaram. O Pai continuou amando o Filho mesmo quando o Filho, por amor a nós (Jo 3.16), foi o objeto da ira do Pai (Is 53. 3-7). Foi “Deus lutando com Deus”, como disse Martinho Lutero. 

Ele provou o seu amor para conosco pelo fato de ter entregado a Cristo quando ainda éramos pecadores, isto é, quando éramos ainda o objeto da sua ira (Rm 5.8).  Esta é a razão pela qual não precisamos levantar a voz e nem fazer cara feia ao pregarmos a ira de Deus. Risos...

O que ocorre, entretanto, é que em certas ocasiões, o que temos são manifestações desta ira (Ex 4.14; Nn 12.9, 22.22, 32.14; Jz 10.7; 2 Sm 24.1; 1 Is 42.25; At 5. 1-10). A ira consumada, no entanto, se manifestará em sua plenitude no dia do Senhor (Am 5. 18-20). Essa será a última vez que o Senhor Deus se irará. Neste dia o juízo será sem misericórdia (Mt 3.7; 1 Ts 1.10; Ap 6.16). Por enquanto, a misericórdia ainda triunfa sobre o juízo (Tg 2.13).

Com efeito, a Bíblia usa um figura de linguagem chamada “antropopatismo” (compreensão de Deus como possuidor de emoções humanas) para fazer entender, em parte (1 Co 13.9), o estado entre Deus e os homens. Em Cristo, como disse anteriormente, essa ira é removida e a paz se estabelece. Paz no sentido de uma bênção ligada ao passado. Trata-se de algo que já aconteceu. Não é a paz de Deus (Fp 4.7), mas a paz com Deus (Rm 5.1). Não é um sentimento, mas um relacionamento. É a paz da reconciliação com Deus 5

Posto isto, o nosso cuidado consiste, ao falarmos da ira de Deus, em não atribuirmos ao Senhor a nossa ira, que é maculada pelo pecado. Para o homem apertar o gatilho não precisa de muito; basta ser contrariado. Essa ira é quem faz as pessoas cometerem erros sem que haja esforços para isso (Pr 14.17). A ira do homem o apressa em cometer loucuras (Ec 7.9); diferente da ira de Deus, que mesmo sendo santa, pura e justa, demora-se (por misericórdia) em ser aplicada (Sl 103.8). 

Muitos pregadores falam da ira de Deus com ódio no coração e raiva dos pecadores. Isto não tem nada a ver com as Escrituras e nem com o caráter Santo de Deus. Jamais podemos atribuir a Deus sentimentos que são nossos, como Ele mesmo diz, acerca disto: “... porque sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; eu não chegarei com ira(Os 11.9). 

O que me traz temor numa pregação não é o dedo em riste do pregador ou a sua fisionomia de justiça, mas a Palavra de Deus exposta em sua fidelidade onde me é apresentado a justiça de Deus. O que me faz temer e tremer é a ira de Deus que me confronta junto do seu amor me constrange (Rm 2.4; 2 Co 5.14). Isto sim me leva ao arrependimento.

Portanto, em resumo, a ira de Deus está mundos à parte da nossa. O que provoca a nossa ira (a vaidade ferida) jamais provoca a dele; o que provoca a ira dele (o mal) raramente provoca a nossa6. O homem pode até se irar de acordo com a ira de Deus (Ef 4.26), porém, grosso modo, há uma distância muito grande entre a ira do homem para a Ira de Deus.


Em Cristo Jesus, considere este artigo e arrazoe isto em seu coração.

Soli Deo Gloria!

Fabio Campos

“A folha branca é o meu púlpito principal.”

Curta nossa página fan page e tenha acesso a vídeos, artigos e reflexões de autores cristãos de todas as épocas: https://www.facebook.com/fabiosolafide/?fref=ts
_________________________
Notas e citações:

1 Academia brasileira de letras; São Paulo, SP; Companhia Editora Nacional, 2º edição –São Paulo – 2008.
2 ERICKSON, Millard J. Dicionário Popular de Teologia. Ed. Mundo Cristão; 1 º edição –São Paulo – março de 2008.
3 GRENZ, Stanley J & GURETZKI, David & NORDLING, Cherith Fee. Dicionário de Teologia. Ed. Vida; São Paulo 2007.
4 STOTT, John. A cruz de Cristo. Ed. Vida Acadêmica; 1 º edição – São Paulo – março de 2006., p. 337
5 LOPES, Hernandes D. Romanos, o Evangelho segundo Paulo; p. 203
6 STOTT, John. A cruz de Cristo. Ed. Vida Acadêmica; 1 º edição – São Paulo – março de 2006, p. 176